Questões de Segurança Pública e Legislação Policial · Legalle

Segurança Pública e Legislação PolicialLei Maria da Penha – Lei 11.340/2006Legalle 2026

Pref S Vendelino

Questão de Segurança Pública e Legislação Policial

Comissão publica fluxo de atendimento a crianças vítimas de abuso A Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Infantil (Conaeti) publicou, no dia 25 de maio, o Fluxo Nacional de Atendimento a Crianças e Adolescentes Vítimas de Exploração Sexual. O procedimento faz parte da Resolução no B, disponível no Diário Oficial da União, e estabelece metodos padronizados para atuação articulada entre orgãos públicos e entidades da sociedade civil a respeito do tema. A norma reconhece a exploração sexual de crianças e adolescentes como uma das piores formas de trabalho infantil, conforme normas internacionais e legislação brasileira. O texto define essa prática como o uso de menores para fins sexuais mediante qualquer forma de compensação, inclusive não financeira, como presentes ou favores. O normativo tambem reforça que o eventual consentimento da vítima não descaracteriza a exploração e destaca que a proteção deve ser prioritária, envolvendo Íamília, sociedade e Estado. Entre as principais diretrizes do fluxo está a atuação coordenada da rede de proteção, formada por instituições como conselhos tutelares, Ministério Público, forças de segurança, auditoria fiscal do trabalho e serviços das áreas de saúde, assistência social e educação. O documento estabelece princípios que devem orientar o atendimento às vítimas, como celeridade, respeito à dignidade, não discriminação e garantia do direito à informação. Um dos pontos centrais é evitar a revitimização, assegurando que crianças e adolescentes não sejam expostos a repetidas situações de relato da violência. A escuta especializada deve ocorrer em ambiente seguro, com abordagem sensível e sem culpabilização das vítimas, conforme os parâmetros da Lei no 13.431/2017 . O modelo de atendimento está estruturado em três fases principais: . Notícia de fato ou denúncia: envolve o recebimento e registro de informações sobre possíveis casos, que podem ser comunicados por qualquer pessoa ou instituição, inclusive por meio do Disque 100; . Comunicação e acionamento: inclui o encaminhamento às autoridades competentes, como conselho tutelar, auditoria fiscal do trabalho e orgãos de segurança pública; . Proteção e responsabilizaçáo: abrange o atendimento às vítimas e a adoção de medidas civis e criminais administrativas, para responsabilização dos envolvidos. O Sistema Unico de Saúde (SUS) deve oferecer atendimento integral, incluindo apoio psicologico. O Sistema Unico de Assistência Social (Suas) fica responsável por acompanhar as vítimas e suas famílias, com serviços especializados. As escolas também são apontadas como espaços estratégicos para identificação de casos e prevenção. No âmbito da responsabilização, órgãos como polícias, Ministérios Públicos e Justiça devem atuar na investigação, punição dos responsáveis, além de garantir medidas protetivas às vítimas. A norma prevê que o fluxo seja adaptado às realidades regionais, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização. Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.brldireitos-humanos/nolicia/2026- 05/comissao-pu b lica -f lu xo-d e-atend imento-cria ncas-vitimas-d e-abuso (adaptado)

O documento legal descrito no texto aponta a necessidade de focar na não revitimização e estabelece que o fluxo deve ser adaptado às realidades regionais, a fim de evitar sobreposição de ações e reduzir riscos de revitimização. Com base nos pressupostos e subentendidos estruturais do texto e nasjustificativas para a criação dessa política, o que essas diretrizes indicam, de Íorma implícita, sobre o cenário de atendimento antes dessa padronização?

Sua resposta

Mais questões de Lei Maria da Penha – Lei 11.340/2006

Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.