Língua PortuguesaFunções da linguagemUNEMAT 2014
PM MT
Questão de Língua Portuguesa
QUESTÃO 37 Texto base: Dê uma olhada na sua página de perfil no Facebook. Você vê todos os tipos de fotos suas, de seus amigos e de seus familiares? Isso não parece muito condizente com negócios. Está mais para comportamento tolo. Quase como uma sala de batepapo para que seus amigos vejam sua vida, e você ver a deles. Embora seja na sua maioria positivo, algumas contêm dramas, e tudo isso está aberto. Agora, tire um tempinho e dê uma olhada em algumas páginas de mídia social para negócios. Elas são fáceis de achar. Todas as grandes corporações têm uma. Olhe essas primeiramente e, em seguida, tente encontrar algumas páginas de empresas pequenas. Em seguida, procure seus concorrentes, talvez procure até mesmo sua empresa. Agora, pense em seus clientes, seus prospectos, seus fornecedores, seus contatos comerciais e suas conexões comerciais. O que você pode fazer para convidá-los ou, eu devo dizer, incitálos a “curtir” sua página para negócios no Facebook? (GITOMER, J. Boom de mídias sociais. São Paulo: M. Books do Brasil, 2012. p. 69). (Adaptado). O autor manifesta a opinião de que há incoerência em relação ao avanço das novas tecnologias da informação e comunicação no domínio das mídias sociais e a geração de informações úteis aos usuários. O texto ressalta essa incoerência à medida em que: (A) Interroga: “Você vê todos os tipos de fotos suas, de seus amigos e de seus familiares?” (B) Questiona: “O que você pode fazer para convidá-los ou, eu devo dizer, incitá-los a ‘curtir’ sua página para negócios no Facebook?”. (C) Pede: “[...] tire um tempinho e dê uma olhada em algumas páginas de mídia social para negócios”. (D) Analisa: “Está mais para comportamento tolo”. (E) Informa: “Embora seja na sua maioria positivo, algumas contêm dramas, e tudo isso está aberto”. QUESTÃO 38 Texto base: “[...] Seo Priscílio apareceu, falou com seo Giovânio: se que estórias seriam aquelas, de um cavalo beber cerveja? Apurava com ele, apertava. Seo Giovânio permanecia muito cansado, sacudia devagar a cabeça, fungando o escorrido do nariz, até o toco do charuto; mas não fez mau rosto ao outro. Passou muito a mão na testa: - “Lei, quer ver?” Saiu, para surgir com um cesto com as garrafas cheias, e uma gamela, nela despejou tudo, às espumas. Me mandou buscar o cavalo: o alazão canela-clara, bela face. O qual – era de se dar a fé? – Já avançou, avispado, de 17 atreitas orelhas, arredondando as ventas, se lambendo: e grosso bebeu o rumor daquilo, gostado, até o fundo; a gente vendo que ele já era manhudo, cevado naquilo! Quando era que tinha sido ensinado, possível? Pois, o cavalo ainda queria mais e mais cerveja. Seo Priscílio se vexava, no que agradeceu e se foi. Meu patrão assoviou de esguicho, olhou para mim: - “Irivalíni, que estes tempos vão cambiando mal. Não laxa as armas!” Aproveitei. Sorri de que ele tivesse as todas manhas e patranhas. Mesmo assim, meio me desgostava”. (ROSA, João Guimarães. O cavalo que bebia cerveja”. In: . Primeiras estórias. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001. p. 145). Guimarães Rosa, na sua obra, revela a necessidade de revitalizar o homem, por meio de uma estrutura linguística autêntica, promovendo, sobretudo, uma revolução instrumental: a revolução estilística. Esse é um ponto de vista apontado pelos críticos Afrânio Coutinho e Eduardo Coutinho, no livro A Literatura no Brasil, volume 4, publicado pela editora de São Paulo em 2004. Nessa perspectiva, marque a alternativa que identifica, nos dois trechos, essa revolução estilística, pela desconstrução da linguagem no conto “O cavalo que bebia cerveja”: (A) Seo Giovânio permanecia muito cansado, sacudia devagar a cabeça / Saiu, para surgir com um cesto com as garrafas cheias. (B) Saiu, para surgir com um cesto com as garrafas cheias / Me mandou buscar o cavalo. (C) A gente vendo que ele já era manhudo, cevado naquilo! / Seo Giovânio permanecia muito cansado, sacudia devagar a cabeça. (D) Seo Giovânio permanecia muito cansado, sacudia devagar a cabeça / Pois, o cavalo ainda queria mais e mais cerveja. (E) Me mandou buscar o cavalo / A gente vendo que ele já era manhudo, cevado naquilo!
Leia atentamente os excertos abaixo: Juros bancários Juro é o custo do dinheiro, o valor que o tomador de recursos deve pagar a mais sobre o valor emprestado, depois de determinado período. É como se o devedor pagasse ao credor um aluguel pelo dinheiro emprestado. A taxa de juros é o valor, em porcentagem, desse aluguel, a ser pago a cada dia, mês ou ano, até a liquidação total da dívida. Spread bancário O spread é a diferença entre o que um banco paga como rendimento de investimentos de seus correntistas e o que recolhe de juros para emprestar dinheiro. Nem tudo no spread é lucro. Incluem-se ali, também, outros valores, como o risco estimado de inadimplência dos tomadores de empréstimos e custos administrativos. Fonte: Guia do Estudante/Matemática, 2014. Os excertos são discursos sobre sistema financeiro e representam a opção do produtor do texto em usar um gênero textual que:
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.

