Questões de Língua Portuguesa · Legalle

Língua PortuguesaOrações reduzidas e desenvolvidasLegalle 2026

Pref SJ Herval

Questão de Língua Portuguesa

O horror da ansiedade A maior luta não e com o mundo, mas consigo mesmo. Quenr yá experimentou uma crise de ansiedade sabe. Nacla e dutornatico. Nada e Íácil. Nada e simples. t um duelo entre anjos e demônios dentro de você. Uma viagem de carro, de avião, uma Íesta agitada, um encontro demorado desencadeiam um cenário de tensão extrema, com suor gelado, taquicardia e boca seca. Talvez você esteja no paraíso enÍrentando o inferno secretamente. Talvez esteja descansando depois de um excesso de estresse e acuse a mudança abrupta de ritmo. anatomia mecanizada não tolera A paz A o descompasso. a que tanto aspirava suíoca, o silêncio que tanto almejava produz desarmonias. Parar subitamente suas atividades incansáveis o Íaz adoecer. Não há tempo de adaptação. Você troca o ar' condicionado da alma em 18 graus pela temperatura externa de 40 graus. Entra e sai do frio e do calor. Você sente o mal-estar e receia que seja um alarme Íalso, mas também receia que seja seu fim e não deseja subestimar os sintomas. Fica indeciso entre o escândalo e a omissão, entre a ambulância e o copo d'água. Ou pede ajuda e corre por socorro, ou tenta domar a tempestade interior com a cara de paisagem, sem denunciar o quanto sofre, o quanto está abalado, o quanto segundos são minutos, minutos são horas. Não está convicto se o desconforto é Íísico ou emocional. Até porque o psicológico é tão poderoso que verga seu corpo em gemidos. O pánico que vem em seguida é solitário, órfão, um abismo em que cabe apenas uma pessoa, sem ponte e sem conexão racional. E como uma descarga de angústia, uma adrenalina do mal que toma o seu Íoco de repente, e você não consegue pensar em outra coisa. As portas se fecham, as janelas estão gradeadas, e você depende de um diagnóstico da medicina para ser real de novo. Só quer ter um médico na sua frente, capaz de legitimar o seu estado e oferecer um alívio; só quer ter uma receita, uma posologia e um remedio. algo para segurar na mão, concreto, que espante as agressões subjetivas e terrificantes do inconsciente. Ainda que procure respirar lentamente, ou se permita um abraço daqueles que você ama, um ombro amigável, ou busque uma distração, a mente já está acelerada e prega peças. Somente traz lembranças duvidosas, dilemáticas, tristes, com fantasias de iníerioridade. Você não localiza consolo na memória, pois ela está em curto circu ito, turva, queimando desvalias. Você precisa do vazio, precisa esperar para ver, precisa não conÍiar nas miragens, precisa ter Íe, precisa aguentar um pouco para logo mudar de frequência, precisa não resolver, precisa entender que, se não aconteceu qualquer incidentê negativo no momento, nâo vai acontecer mais. Porém e difícil não agir quando seu amor próprio se mostra seriamente ameaçado. Ansiedade não é medo da morte, medo de morrer para os que estão ao redor, é mais sutil: trata-se do medo de desaparecer, de ser extinto de nào existir mais para si. Autoí Fabíi( o Carprnêlaí GZH (adaptado)

Quanto à sintaxe do período Parar subitamente suas atividades incansáveis o Íaz adoecer, analise as asse11ivas: L A Íorma verbal Parar exerce Íunção de sujeito oracional reduzido de inÍinitivo, sendo o termo que pratica a âção expressa por Íaz. II. O pronome o atua como objeto direto de Íâ2, retomando semanticamente o conteúdo expresso pela oração reduzida Parar subitamente suas atividades incansáveis. m. O vêrbo adoecer funciona como predicativo do objeto, indicando o estado atribuído ao referente de o em decorréncia dà a(io verbal anteÍior. Das assertivas, pode se aÍirmar que

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