Educação e PedagogiaEnsino de línguasInstituto Saber 2012
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Questão de Educação e Pedagogia
Participantes da Cúpula dos Povos protestam contra o projeto do novo Código Florestal Rio de Janeiro – 19/06/2012 Organizações não governamentais (ONGs) e ambientalistas, que participam da Cúpula dos Povos, evento paralelo à Rio+20, protestaram na tarde de ontem (18), no centro da capital fluminense, contra o projeto do novo Código Florestal. Com faixas e cartazes, os manifestantes fecharam duas das principais vias do centro da cidade, a Avenida Rio Branco e a Almirante Barroso. De acordo com um dos organizadores da manifestação, Kenzo Jucar, a passeata, chamada de Marcha a Ré, teve como objetivo alertar as autoridades sobre o retrocesso na legislação ambiental. “Há um ano e meio houve uma série de retrocessos contundentes. Podemos destacar o Código Florestal que foi revogado, a Medida Provisória (MP) 558 que reduziu oito unidades de conservação na Amazônia, a flexibilização das regras de licenciamento ambiental e toda uma agenda que está por vir. O Brasil está andando em marcha a ré, principalmente, em plena Rio+20”, disse. A integrante da Associação Paraibana dos Amigos da Natureza do estado da Paraíba, Socorro Fernandes, de 47 anos, acredita que este é o momento certo para dar visibilidade à indignação daqueles que lutam por um Código Florestal que proteja o meio ambiente. “Nós não concordamos com as modificações que foram feitas no Código Florestal. Modificar para pior é inaceitável, é um retrocesso na nossa legislação e na proteção de nossas florestas. A gente espera que esse retrocesso seja modificado. A gente espera que eles [governantes] tenham a sensibilidade para atentar para esse grande problema que vai surgir no futuro em relação a nossa sobrevivência”, ressaltou. (Disponível em: http://www.jornalbrasil.com.br/interna.php?autonum=42515. Acesso em 19 de junho de 2012) - Adaptado
“Buscam (os professores) integrar o trabalho com a linguagem em sala de aula, através da leitura ou da produção de textos que levem o aluno a assumir crítica e criativamente a sua função de sujeito do discurso, seja enquanto falante ou escritor, seja enquanto ouvinte ou leitor-intérprete”. (CHIAPPINI, Lígia. In. Geraldi, J. W. (org.), O texto na sala de aula. SP, Ática, 1997). Com base no texto acima, assinale o que for procedente no processo de ensino-aprendizagem.
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.


