SaúdeAvaliação nutricionalNCE e FUJB (UFRJ) 2006
UFRJ
Questão de Saúde
Nutricionista marcação do cartão de respostas. da prova (Edital 62/2005 e Edital 63/2005 – Item 6.2.4 alínea c). respostas (Edital 62/2005 e Edital 63/2005 – Item 6.2.4 alínea e). de Prova. às respostas. ATIVIDADE Divulgação do gabarito - Prova Objetiva (PO) Interposição de recursos contra o gabarito (RG) da PO 03/04/2006 www.nce.ufrj.br/concursos 04 e 05/04/2006 NCE/UFRJ Divulgação do resultado do julgamento dos RG da PO e o resultado preliminar das PO 13/04/2006 www.nce.ufrj.br/concursos Demais atividades consultar Manual do Candidato ou pelo endereço eletrônico www.nce.ufrj.br/concursos Maria Elisa Alves – O Globo, 09/02/2006 Depressão pós-parto ou pobreza costumam ser as justificativas para uma atitude extrema, que tem sido cada vez mais freqüente: o abandono de um filho recém-nascido. Mas, para especialistas, a mãe que deixa um bebê ao relento e a que tenta matá-lo são desequilibradas.Apsicanalista Eliana Helsinger diz que as mulheres envolvidas nesses crimes têm distúrbios psíquicos e tratam crianças como objetos descartáveis: - Quando elas se livram de um bebê num rio, é como se ele nunca tivesse existido – diz Eliana, que acredita que a pobreza em nada influencia o gesto das mães. – Se você não tem nada, você deixa o bebê num orfanato, não se livra dele simplesmente. Para o pediatra Lauro Monteiro Filho, os abandonos recentes não se assemelham aos casos de depressão pósparto, quando as mães rejeitam os bebês por se sentirem, muitas vezes, incapazes de lidar com eles. - Esses casos destroem o mito do amor materno. Entre adolescentes, é comum a rejeição pelo filho, um estorvo. Isso existe em todas as classes, a diferença é que, na média, há avós para cuidar de uma criança rejeitada. Antigamente, existia a roda dos expostos (lugar nas Santas Casas onde as mães deixavam anonimamente os filhos que não podiam criar). Hoje, a Justiça poderia assumir papel semelhante, fazer campanha dizendo que aceita filhos que as mães não querem. Há tantas famílias querendo adotar bebês. Para o deputado Flávio Bolsonaro (PP), defensor do planejamento familiar, a situação econômica das mães pode influenciar suas decisões: - Quando percebem que não vão conseguir sustentar mais um filho, desesperam-se. A culpa desses abandonos é também do poder público. O Rio só oferece dez laqueaduras por mês. Para o prefeito César Maia, a discussão não é essa: - Que relação pode haver entre uma assassina bárbara, uma mente desvirtuada e a prevenção da natalidade? Pensar em anticonceptivos tomando como base fatos bárbaros como esse é uma grave e perigosa distorção. 1 - “Depressão pós-parto ou pobreza costumam ser as justificativas para uma atitude extrema, que tem sido cada vez mais freqüente: o abandono de um filho recém-nascido”; as mesmas idéias desse segmento inicial do texto só NÃO são repetidas de forma adequada em: (A) uma atitude extrema, cada vez mais freqüente, a de abandonar um filho recém-nascido tem sido justificada costumeiramente pela depressão pós-parto ou pela pobreza; (B) a atitude extrema do abandono de um filho recémnascido, cada vez mais freqüente, tem na depressão pós-parto ou na pobreza as justificativas mais usuais; (C) a depressão pós-parto ou a pobreza costumam ter como justificativas a atitude extrema, cada vez mais freqüente, de abandonar um filho recém-nascido; 2 (D) o abandono de um filho recém-nascido, uma atitude extrema, costuma ser justificado pela pobreza ou pela depressão pós-parto; (E) as justificativas de depressão pós-parto ou pobreza são apontadas habitualmente para o abandono de um filho recém-nascido, uma atitude extrema cada vez mais freqüente. 2 - “Depressão pós-parto ou pobreza costumam ser as justificativas...”; neste caso a concordância se faz com a forma verbal no plural (costumam) porque o fato expresso pelo verbo pode ser atribuído tanto a “depressão” como a “pobreza”. A frase abaixo em que a forma verbal deve vir no singular é: (A) a filha ou o filho abandonado devem ter a proteção da lei; (B) a mãe ou o pai devem ser responsabilizados pelo mal causado aos filhos; (C) menino ou menina abandonada devem ser objeto de adoção; (D) a educação ou a lei devem fazer com que as crianças não sofram; (E) Minas ou São Paulo devem ser a sede de uma ONG de proteção à criança. 3-“amãequedeixaumbebêaorelentoeaquetentamatá-losão desequilibradas”; entre as alternativas abaixo, aquela que NÃO conserva o sentido original dessa opinião da psicanalista é: (A) tanto a mãe que deixa um bebê ao relento como a que tenta matá-lo são desequilibradas; (B) só a mãe que deixa um bebê ao relento e também a que tenta matá-lo são desequilibradas; (C) a mãe que deixa um bebê ao relento assim como a que tenta matá-lo são desequilibradas; (D) a mãe que deixa um bebê ao relento tanto quanto a mãe que tenta matá-lo são desequilibradas; (E) assim como a mãe que deixa um bebê ao relento, também a mãe que tenta matá-lo é desequilibrada. 4 - “as mulheres envolvidas nesses crimes têm distúrbios psíquicos / e tratam crianças como objetos descartáveis”; a segunda oração desse período, em relação à primeira, apresenta um valor semântico de: (A) adição; (B) causa; (C) comparação; (D) conseqüência; (E) explicação. 5 - Um subtítulo adequado a essa matéria jornalística é: (A) psicanalista culpa distúrbios psíquicos e pediatra descarta depressão pós-parto; (B) pobreza explica o abandono de bebês; (C) distúrbios psíquicos e pobreza não explicam o abandono de bebês; (D) bebês abandonados são vítimas do descaso das autoridades públicas; (E) pobreza é causa mais grave que os distúrbios psíquicos no abandono de bebês. 6 - “Se você não tem nada, você deixa o bebê num orfanato, não se livra dele simplesmente”; o comentário INCORRETO sobre esse segmento do texto é: (A) o pronome você se refere ao leitor do texto; (B) o advérbio simplesmente está mal colocado na frase; (C) o pronomeele(dele) se refere aobebêcitado anteriormente; (D) a última oração mostra uma idéia de oposição em relação à oração anterior; (E) o vocábulo bebê abrange pessoas do sexo masculino e do feminino. 7 - O texto lido foi produzido num momento em que vinham ocorrendo vários casos de abandono de bebês em várias partes do país. O segmento do texto que mostra uma relação com acontecimentos cronologicamente próximos e não um tratamento geral do tema é: (A) “Depressão pós-parto ou pobreza costumam ser as justificativas para uma atitude extrema, que tem sido cada vez mais freqüente: o abandono de um filho recémnascido.” (B) “Há tantas famílias querendo adotar bebês.” (C) “as mães rejeitam os bebês por se sentirem, muitas vezes, incapazes de lidar com eles.” (D) “Se você não tem nada, você deixa o bebê num orfanato.” (E) “Entre adolescentes, é comum a rejeição pelo filho, um estorvo.” 8 - Como uma solução para minorar os problemas derivados do abandono de bebês o texto sugere: (A) a volta da “roda dos expostos”; (B) o não-engravidamento de adolescentes; (C) a redução da pobreza; (D) uma campanha oficial; (E) o tratamento psiquiátrico das grávidas. 9 - “Esses casos destroem o mito do amor materno”; o mito aludido pelo pediatra consultado pelo autor da matéria jornalística é construído basicamente pela idéia de: (A) duro trabalho doméstico; (B) amor incondicional aos filhos; (C) dedicação constante ao cônjuge; (D) responsabilidade pela educação dos filhos; (E) encaminhamento religioso da família. 10 - O texto fala de bebês como “objetos descartáveis”; o significado do adjetivo “descartável” mais adequado (significados retirados do dicionário Houaiss), em função do contexto em que está situado, é: (A) que não se destina nem a conservar nem a consertar; (B) que se deita fora após uma ou mais utilizações; (C) que é facilmente substituível; (D) que se caracteriza por ser passageiro, sem profundidade; (E) que pode ou deve ser posto de lado. 3 11 - Entre os segmentos abaixo, aquele cuja preposição destacada tem emprego inadequado por gerar certa ambigüidade é: (A) “Isso existe em todas as classes”; (B) “é comum a rejeição pelo filho, um estorvo”; (C) “há avós para cuidar de uma criança”; (D) “Para o pediatra Lauro Monteiro Filho”; (E) “a pobreza em nada influencia o gesto das mães”. 12 - “Entre adolescentes, é comum a rejeição pelo filho, um estorvo. Isso existe em todas as classes, a diferença é que, na média, há avós para cuidar de uma criança rejeitada”. A expressão “na média”, nesse segmento do texto: (A) equivale à expressão “em geral”; (B) corresponde à “proporcionalmente”; (C) refere-se à classe média; (D) é sinônimo de “no final”; (E) pode ser substituída por “globalmente”. 13 - Pode-se observar, a partir dos depoimentos do texto, que: (A) cada depoente vê o caso a partir de seu espaço profissional; (B) o pediatra tenta criticar o depoimento anterior; (C) a psicanalista vê o problema de forma feminista; (D) as razões apresentadas não são acompanhadas de argumentos; (E) nenhum depoente apresenta soluções para o problema. 14 - “Pós-parto” e “recém-nascido” são vocábulos grafados com hífen; o substantivo abaixo que NÃO deve ser grafado com hífen é: (A) segunda-feira; (B) ponto-de-vista; (C) abaixo-assinado; (D) extra-oficial; (E) manga-espada. 15 - “Há tantas famílias querendo adotar bebês”; a alternativa abaixo que substitui INCORRETAMENTE a forma do verbo haver é: (A) pode haver; (B) deve haver; (C) podem existir; (D) há de haver; (E) deve existir. 16 - “Há tantas famílias querendo adotar bebês”; se substituirmos o substantivo bebês por um pronome pessoal oblíquo, a forma adequada dessa frase será: (A) Há tantas famílias querendo adotar-lhes; (B) Há tantas famílias lhes querendo adotar; (C) Há tantas famílias querendo adotá-los; (D) Há tantas famílias querendo os adotar; (E) Há tantas famílias querendo adotar-los. 17 - No texto, as opiniões que se opõem são: (A) pediatra X psicanalista; (B) psicanalista X deputado; (C) deputado X pediatra; (D) prefeito X pediatra; (E) psicanalista X prefeito. 18 - “O Rio só oferece dez laqueaduras por mês”; a introdução da palavra só nesta frase do texto mostra: (A) uma opinião negativa do deputado pelo serviço prestado pela Prefeitura; (B) um julgamento da autora do texto sobre o fato discutido; (C) uma apreciação elogiosa sobre o que é feito na área do planejamento familiar; (D) o ponto de vista de que o número de laqueaduras no Brasil é muito grande; (E) uma dúvida sobre a eficiência do poder público no problema discutido no texto. 19 - “deixavam anonimamente os filhos que não podiam criar”; nesta frase do texto o pronome relativo QUE não é precedido de qualquer preposição, pois o verbo criar não a exige. A alternativa abaixo em que a frase apresenta erro no uso de uma preposição antes do pronome relativo é: (A) As mães abandonam filhos de que não gostam; (B) Os locais em que são abandonados os bebês são desertos; (C) A pobreza não é causa a que se possa apelar; (D) Os políticos só falam de assuntos de que lhes tragam votos; (E) Esses são os pontos sobre que se deve pensar. 20 - “Quando percebem que não vão conseguir sustentar mais um filho, desesperam-se”; em relação às duas orações anteriores, a terceira oração desse fragmento do texto (desesperam-se) mostra um tempo: (A) simultâneo; (B) imediatamente anterior; (C) imediatamente posterior; (D) bastante anterior; (E) bastante posterior. 4
Durante a avaliação nutricional de pacientes com anorexia nervosa, observam-se as seguintes alterações:
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.

