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Prova Cebraspe

TCE AC 2024

Auditor de Controle Externo - Arquitetura

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  1. 51Engenharia e ArquiteturaNo que diz respeito à forma das cidades, estruturas orgânicas são aquelas que surgem totalmente ao acaso, de modo espontâneo, sem intenção, como, por exemplo, as cidades coloniais brasileiras, os núc…
  2. 52MatemáticaFoi nos séculos XIX e XX que surgiram as primeiras cidades integralmente planejadas no mundo, caracterizadas por geometrias rígidas e construídas especialmente para serem centros de poder, cerimoniai…
  3. 53ContabilidadeOs atributos físicos de uma cidade podem ser analisados por meio de estratégias relacionadas à morfologia urbana, que compreende o estudo de aspectos da forma, da função e do desenvolvimento diacrôni…
  4. 54Engenharia e ArquiteturaSob a perspectiva da evolução urbana, uma cidade resiliente é aquela capaz de permanecer continuamente ocupada ao longo de sua existência, a despeito de adversidades, obstáculos e pressões.
  5. 55Engenharia e ArquiteturaA condição em que se realizam os deslocamentos de pessoas e cargas no espaço urbano é habitualmente denominada mobilidade urbana.
  6. 56Engenharia e ArquiteturaA paisagem cultural pode ser compreendida como um conjunto espacial resultante de elementos materiais construídos associados a determinadas morfologias e dinâmicas naturais, que se vinculam a conteúd…
  7. 57Direito AdministrativoDefine-se tombamento como a inclusão de um edifício ou conjunto urbano à lista de patrimônio mundial da UNESCO.
  8. 58Engenharia e ArquiteturaDada a natureza intelectual do processo de projeto, as entradas de uma atividade técnica, que são dados e informações disponíveis sobre o tema a ser tratado, são documentos em geral produzidos em out…
  9. 59Engenharia e ArquiteturaA representação ortográfica em suas diversas formas é o método amplamente utilizado para representar objetos em todos os campos do desenho técnico e, portanto, é considerada a linguagem técnica mais…
  10. 60Engenharia e ArquiteturaQuando da rejeição do projeto, os documentos técnicos que forem rejeitados parcial ou totalmente pelo profissional habilitado designado pelo contratante devem ser revistos ou alterados por esse mesmo…
  11. 61MatemáticaAs vias arteriais são as vias interurbanas que ligam duas cidades separadas por uma área rural ou que ligam dois polos de uma área conurbada.
  12. 62MatemáticaA classificação das vias urbanas é feita de acordo com a sua função, com o volume de trânsito e a localização: podem ser classificadas como vias de trânsito rápido, vias arteriais, vias coletoras e v…
  13. 63MatemáticaPor maiores que sejam as variações, basicamente todos os sistemas viários se enquadram apenas em dois tipos: grelhas e radial — ou em combinações de ambos.
  14. 64MatemáticaO sistema do tipo em grelha pode resultar em conflito com a topografia irregular, aumento dos percursos, dificuldade da diferenciação entre as ruas e sensação de uma paisagem monótona.
  15. 65MatemáticaA hierarquização do sistema viário tem como objetivos orientar os percursos, para o usuário, e propiciar a economia do espaço viário, para os técnicos, considerando-se as características do tráfego,…
  16. 66Engenharia e ArquiteturaOs equipamentos urbanos incluem instalações e espaços de infraestrutura urbana destinada aos serviços públicos de abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de águas pluviais e disposição e…
  17. 67Engenharia e ArquiteturaPermite-se a concessão, de um proprietário urbano a outrem, do direito a utilizar o solo, o subsolo ou o espaço aéreo relativo ao seu terreno, por tempo determinado ou indeterminado na forma estabele…
  18. 68Engenharia e ArquiteturaSegundo o Estatuto das Cidades, o plano de transporte urbano integrado compatível com o plano diretor é obrigatório para cidades com mais de um milhão de habitantes.
  19. 69Engenharia e ArquiteturaO plano diretor caracteriza-se como instrumento técnico-jurídico central de gestão do espaço urbano.
  20. 70Engenharia e ArquiteturaO plano diretor fixa as áreas nas quais o direito de construir poderá ser exercido acima do coeficiente de aproveitamento básico adotado, mediante a contrapartida do beneficiário, definindo como inst…
  21. 71Engenharia e ArquiteturaA ventilação por pressão do vento ocorre quando o vento está soprando contra um objeto, como um edifício, por exemplo: a alta pressão é criada nas faces expostas ao vento e a baixa pressão nas demais…
  22. 72Engenharia e ArquiteturaPara regiões quentes, especialmente, as quentes e úmidas, a ventilação é crítica, pois ela acelera as trocas térmicas por convecção e a perda de calor por evaporação, aumentando o desconforto da pele…
  23. 73Engenharia e ArquiteturaOs mecanismos da ventilação natural são regidos por princípios básicos que governam o fluxo do ar: a inércia, o movimento que produz fricções e o deslocamento devido à diferença de pressão.
  24. 74Engenharia e ArquiteturaEm ambientes quentes e úmidos, para que a ventilação cumpra a sua finalidade, é indispensável que o fluxo de ar passe acima da altura do corpo do indivíduo, que tenha uma velocidade determinada acima…
  25. 75Engenharia e ArquiteturaAntes do assentamento do revestimento cerâmico de piso com argamassa colante industrializada, o arquiteto responsável pela execução do acabamento da obra deve orientar os operários a nivelarem a arga…
  26. 76Engenharia e ArquiteturaPara contratar serviços e obras, alguns órgãos públicos estabelecem instrumentos que têm como objetivo uniformizar os procedimentos para a elaboração de projetos e execução de obras e serviços de arq…
  27. 79Engenharia e ArquiteturaO nível de descarga é a soma completa de todos os materiais combustíveis contidos em um espaço — inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos — e das energias caloríficas possíveis…
  28. 80Engenharia e ArquiteturaEm relação a vários pilares que tenham a mesma seção de concreto e de aço, e nos quais seja aplicado um esforço vertical deslocado do centro do eixo geométrico da seção, pode-se afirmar que, quanto m…
  29. 81Engenharia e ArquiteturaCapacidade civil e diploma de graduação em arquitetura e urbanismo são requisitos para o registro profissional no CAU.
  30. 82Ética no Serviço PúblicoSer desidioso na execução do trabalho contratado constitui infração disciplinar pelo Código de Ética e Disciplina do CAU.
  31. 83Engenharia e ArquiteturaPesquisa e extensão universitária são atribuições profissionais do arquiteto e urbanista.
  32. 84Engenharia e ArquiteturaProspecção é o conjunto de operações destinado a aumentar os níveis de qualidade de um edifício.
  33. 85Engenharia e ArquiteturaArbitragem é a atividade que consiste na prestação de serviços por profissional que detém conhecimento especializado em determinado campo profissional.
  34. 86Engenharia e ArquiteturaEm se tratando de obras públicas, o recebimento definitivo do objeto será feito pelo responsável por seu acompanhamento e sua fiscalização.
  35. 87Engenharia e ArquiteturaÉ obrigatório o sigilo do orçamento estimado da contratação de obras públicas.
  36. 88Engenharia e ArquiteturaNo regime de execução do tipo contratação integrada, a medição e o pagamento ficam associadas à execução de etapas do cronograma físico-financeiro vinculadas ao cumprimento das metas.
  37. 89Engenharia e ArquiteturaNo que se refere à fiscalização de uma obra pública, o fiscal será responsável pelos danos causados diretamente à administração ou a terceiros em razão da execução do contrato.
  38. 90Engenharia e ArquiteturaEm projeto de obra pública, o recebimento definitivo feito pela administração não exime o projetista ou o consultor da responsabilidade objetiva por todos os danos causados por falha de projeto.
  39. 91Direito AdministrativoO autocontrole da administração pública é realizado pelo próprio agente que executa atos administrativos, diferentemente do caso em que haja pedido de reconsideração ou reclamação, no qual um cidadão…
  40. 93Direito AdministrativoO controle administrativo abarca as funções do controle interno e do controle externo.
  41. 94Direito AdministrativoO controle estatal pode ser interno ou externo, mas não pode acumular as competências para o exercício dos controles prévio, concomitante e posterior.
  42. 95Direito AdministrativoOs tribunais de contas do Brasil poderão confirmar a licitude de ato administrativo ou conduta dos gestores e invalidá-lo por vício de legalidade, por meio da análise das prestações de contas anuais,…
  43. 96AFO e Direito FinanceiroDe acordo com a LRF, constitui ato de improbidade administrativa caracterizado como enriquecimento ilícito auferir, mediante a prática de ato doloso ou culposo, vantagem econômica na locação de bem p…
  44. 97AFO e Direito FinanceiroConforme previsto na LRF, não faz parte do cálculo da receita corrente líquida dos entes federativos a despesa de pessoal.
  45. 98AFO e Direito FinanceiroOs processos de tomada de contas de exercício devem ser julgados até o término do exercício seguinte ao da tomada pelo TCEAC, e as prestações de contas anuais, até o término do exercício seguinte ao…
  46. 99AFO e Direito FinanceiroO TCU possui competência para fixar o prazo para que órgãos ou entidades públicas adotem medidas corretivas em caso de ilegalidade e, se as providências não forem tomadas, pode o tribunal suspender a…
  47. 100AFO e Direito FinanceiroSegundo a LRF, serviços e fornecimentos contínuos são aqueles que se prolongam no tempo, podendo, entretanto, ser caracterizados como esporádicos em situações extraordinárias definidas pela administr…
  48. 101Administração Geral e PúblicaÉ vedada a aprovação de emendas parlamentares que acrescentem novas programações ao projeto de lei orçamentária anual e que não indiquem os recursos necessários, seja por meio de anulações de despesa…
  49. 102Direito PrevidenciárioNa lei orçamentária anual, os orçamentos fiscal, de investimento e da seguridade social terão, entre suas funções, a de reduzir as desigualdades inter-regionais, segundo critério populacional, quando…
  50. 103AFO e Direito FinanceiroA abertura de créditos adicionais especiais e extraordinários depende da existência de recursos disponíveis, sendo possível o uso de superávit financeiro ou do excesso de arrecadação apurados em bala…
  51. 104Administração Geral e PúblicaOs órgãos setoriais e específicos ficam sujeitos à orientação normativa e à supervisão técnica do órgão central do sistema de planejamento e orçamento federal, sem prejuízo da subordinação ao órgão e…
  52. 105EconomiaO plano plurianual estabelecerá, de forma regionalizada, as diretrizes, os objetivos e as metas da administração pública para as despesas de capital e outras delas decorrentes, bem como as diretrizes…
  53. 106ContabilidadeDe acordo com a LRF, a lei de diretrizes orçamentárias deve dispor sobre critérios e forma de limitação de empenho, normas relativas ao controle de custos e à avaliação dos resultados dos programas f…
  54. 107AFO e Direito FinanceiroReceitas correntes contribuem para o aumento do saldo patrimonial do ente federativo, tal como ocorre no âmbito das receitas tributárias e de contribuições, independentemente de serem resultantes do…
  55. 108AFO e Direito FinanceiroA etapa de recolhimento diz respeito à transferência dos recursos dos agentes arrecadadores à conta única do tesouro do ente federativo, em observância ao princípio de unidade de tesouraria.
  56. 109AFO e Direito FinanceiroEntre as ações orçamentárias, as atividades envolvem um conjunto de operações que se realizam de modo contínuo e permanente, das quais resulta um produto necessário à manutenção da ação de governo.
  57. 110AFO e Direito FinanceiroOs restos a pagar consistem nas despesas empenhadas, mas não pagas até 31 de dezembro, as quais deverão ser pagas no ano seguinte, podendo, no caso dos restos a pagar não processados, a liquidação oc…
  58. 111ContabilidadeA recomendação formulada pelo auditor deve ser construtiva, prática e detalhada, de modo a evitar a ocorrência de dúvidas a respeito do modo como a situação descrita no achado de auditoria deve ser c…
  59. 112ContabilidadeConsidere que um auditor declare, na conclusão do relatório, que nada chegou ao seu conhecimento para fazê-lo acreditar que o objeto não está em conformidade com os critérios aplicáveis. Nessa situaç…
  60. 113ContabilidadeO auditor deve atuar de forma colaborativa, evitando postura de ceticismo e fazendo uso de julgamento profissional.
  61. 114ContabilidadeNos trabalhos de certificação, quem mensura e avalia o objeto de acordo com os critérios é o auditor.
  62. 115ContabilidadeA informação destacada na situação evidencia um tipo de auditoria em que a materialidade em valor monetário, ou seja, o volume de recursos financeiros envolvidos no programa avaliado, deve ser uma pr…
  63. 116ContabilidadeUma opinião modificada deve ser emitida quando o auditor obtém evidência de auditoria suficiente e apropriada de que as demonstrações contábeis foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de a…
  64. 117ContabilidadeEm um trabalho de auditoria realizado a pedido do Poder Legislativo, todas as partes devem chegar a um acordo sobre os termos da auditoria.
  65. 118ContabilidadeEm circunstâncias de auditoria nas quais os procedimentos substantivos isoladamente não sejam suficientes para responder ao risco identificado, o auditor deverá efetuar testes de controle.
  66. 119ContabilidadeEntre os cinco componentes do sistema de controle interno de uma entidade, incluem-se o processo de avaliação de riscos da entidade e as atividades de controle.
  67. 120ContabilidadeAssim como a administração da entidade e os responsáveis pela governança, o auditor também detém responsabilidade primária pela prevenção e detecção de fraudes.