Questões de Atualidades e Conhecimentos Gerais · NUCEPE UESPI

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Questão de Atualidades e Conhecimentos Gerais

13 26. “Para Erasmo, como para todos os reformadores, a Bíblica constituía, então, o centro da compreensão cristã, quando apresentada sob sua forma autêntica. E rejeitava, em uníssono com eles, o cristianismo mecânico praticado em sua totalidade: indulgências, peregrinações, privilégios especiais, missas para os mortos, todo o negócio de conquistar a salvação por um “mérito” adquirido de modo artificial, em geral com dinheiro [...]. Onde, então, encontrava-se a estrada para a salvação? Erasmo concordava com os reformadores que a Bíblia tinha de ser estudada. Concordava com a prática da devoção privada, sobretudo da oração. O homem se salvava por meio do conhecimento de Deus, não por intervenção de uma instituição”. Fonte: JOHNSON, Paul. História do cristianismo. Rio de Janeiro: Imago Edit., 2001, p.334 Avalie as seguintes afirmações: I. Erasmo de Roterdã concordava com Lutero e, mais tarde, com Calvino, em atacar o ponto de vista clerical e sua defesa da necessidade de uma resposta autorizada para todas as indagações teológicas concebíveis. II. Como Lutero, Erasmo de Roterdã alegava que a Igreja precisava de uma teologia reduzida à mínima influência sobre os fiéis. III. Erasmo de Roterdã, ao contrário de Lutero, opunha-se à aproximação entre o movimento reformista e o poder principesco. IV. Diferente de Lutero, Erasmo de Roterdã não defendia uma visão determinista da salvação, pois rejeitou qualquer ideia de predestinação. Assinale a alternativa que apresenta APENAS as afirmações corretas. a) I e II. b) I e III. c) II e III. d) II e IV. e) III e IV.

“É sabido que o plantio da cana veio a substituir, nos primórdios da colonização da América Portuguesa, a simples extração de recursos naturais. O açúcar, então considerado uma especiaria, alcançava altos preços e dispunha de um mercado em expansão, possibilitando amarrar a Colônia às linhas de comércio metropolitano”. Fonte: DEL PRIORE, Mary. Deus ou o diabo nas terras do açúcar: o senhor de engenho na América Portuguesa. In. DEL PRIORE, Mary. Revisão do Paraíso: os brasileiros e o Estado em 500 anos de História. Rio de Janeiro: Campus, 2000, p.17 A dinâmica da economia açucareira, no Brasil colonial, caracterizava-se:

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.