Questões de Língua Portuguesa · JCM

Língua PortuguesaGêneros jornalísticosJCM 2023

CM SR de Ibitipoca

Questão de Língua Portuguesa

CONCURSO PÚBLICO – 001/2023 INSTRUÇÕES: 01) Não é permitido durante a realização da prova a utilização de livros e impressos, máquinas de calcular, rádio, telefone celular (que deverá ser mantido desligado), ou qualquer utensílio que emita informações. 02) Durante a realização da prova o candidato não deve levantar-se, nem se comunicar com outros candidatos. 03) É expressamente proibido fumar durante a prova. do cargo para o qual foi inscrito. * Sua resposta não será computada se: - houver marcação de duas ou mais opções; - a área correspondente à sua resposta não estiver completamente marcada; - não houver opção assinalada; - houver ultrapassagem dos limites da área a ser preenchida. 10) Não deixe qualquer questão em branco. rasgada. 13) É proibido o uso de qualquer tipo de corretivo na Folha de Resposta, esclarecendo-se que tal prática impedirá a análise da mesma pela leitora ótica, invalidando todas as questões assinaladas na Folha. 14) A duração da prova é de 3h (três horas). Iniciada a mesma, nenhum candidato poderá retirar-se da sala antes de completar o tempo de 1h (uma hora). Os três últimos candidatos deverão permanecer na sala, sendo somente liberados quando o último deles tiver concluído a prova. 15) Por razões de segurança, somente terá direito de levar consigo o caderno de questões de prova, o candidato que permanecer em sala pelo prazo mínimo de 2h (duas horas). 16) É proibida a reprodução total ou parcial deste material, por qualquer meio ou processo, sem a autorização expressa da JCM – Consultoria Municipal Ltda. ------------------------------------------------------------------------- corte aqui ------------------------------------------------------------------------- O GABARITO PRELIMINAR estará disponível às 22h de hoje (05/11/2023) no site da JCM – Consultoria Municipal Ltda. www.jcmconcursos.com.br Texto Bruno Fabricio Alcebino da Silva O conflito entre Israel e Palestina, uma das questões mais complexas e persistentes da geopolítica contemporânea, atravessa décadas de tensões e confrontos. Desde o fim do Mandato Britânico na Palestina e a subsequente criação do Estado de Israel em 1948, essa região tem sido palco de conflitos intermináveis e mudanças significativas. Em meio à marca de 50 anos do início da Guerra do Yom Kippur, também conhecida como a Guerra do Ramadan pelos árabes, um conflito que deixou profundas marcas e moldou a dinâmica regional, é crucial refletir sobre os eventos que continuam a influenciar o presente e o futuro de Israel e da Palestina. No entanto, a tragédia e a violência permanecem arraigadas na região. (...) fomos confrontados por notícias de um novo e surpreendente ataque do Hamas (Movimento de Resistência Islâmica), que lançou uma ofensiva de larga escala contra Israel. Este é um dos ataques mais graves das últimas décadas, resultando em perdas significativas de vidas em ambos os lados, com cerca de 500 mortos nas primeiras horas do conflito. A rápida e intensa escalada deste confronto serve como um sombrio lembrete da instabilidade e da imprevisibilidade que continuam a cercar a região. É importante ressaltar que ataques a alvos civis são condenáveis, independentemente do lado envolvido no conflito. O Hamas considera a ofensiva militar como uma ação defensiva contra mais de sete décadas de violência, humilhações, genocídios e ações terroristas de Israel contra a população palestina. É fundamental compreender o contexto mais amplo e complexo que envolve esse conflito, no qual ambas as partes têm sofrido perdas e danos significativos ao longo dos anos. A propalada excelência da segurança de Israel foi desafiada pelo revide do Hamas, que representa uma resposta às décadas de barbárie que a população palestina enfrentou. Essa população tem enfrentado uma série de desafios e adversidades ao longo dos anos, incluindo a perda de terras, restrições de movimento, dificuldades econômicas, escassez de recursos básicos e a constante presença militar israelense em suas vidas cotidianas. As condições de vida dos palestinos em Gaza, por exemplo, são especialmente precárias, com um bloqueio rigoroso que limita o acesso a alimentos, medicamentos e outros recursos essenciais. Isso, somado à falta de infraestrutura adequada e aos danos causados pelos conflitos anteriores, tornou a vida na região extremamente desafiadora. A reação de Tel-Aviv ao ataque do Hamas é motivo de preocupação, uma vez que as operações militares frequentemente afetam áreas densamente povoadas, colocando civis em risco. Muitos palestinos e israelenses, incluindo crianças e idosos, sofrem as consequências diretas desses conflitos, enfrentando morte, ferimentos e traumas psicológicos duradouros. O Estado de Israel, por meio do primeiroministro, Benjamin Netanyahu, respondeu com força, declarando guerra e afirmando que o Hamas enfrentará um “preço sem precedentes” por seus ataques. O conflito atual é caracterizado por uma combinação de infiltração, ataques de foguetes e confrontos em várias frentes. Como resultado, a região está mais uma vez mergulhada na incerteza e no sofrimento humano. Essa situação, infelizmente, se encaixa em um padrão histórico de conflitos intermitentes, esforços de paz frustrados e ciclos de violência renovados. O Hamas justificou seu ataque com base nos “ataques crescentes” de Israel contra palestinos em várias regiões, incluindo a Cisjordânia e Jerusalém. Neste momento crítico, é essencial que a comunidade internacional atue com urgência para buscar uma solução pacífica e duradoura para esse conflito. Líderes globais expressaram preocupação e apelaram à contenção, mas o caminho para a paz continua cheio de desafios complexos e profundamente enraizados. Este conflito não afeta apenas Israel e Palestina; suas ramificações se estendem muito além das fronteiras da região e têm implicações globais. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), presidido pelo Brasil durante o mês de outubro, se reunirá para discutir a situação, e a pressão por um cessar-fogo e negociações significativas deve ser intensificada. (...) (Fonte: https://www.brasildefato.com.br/2023/10/09/israel-epalestina-uma-guerra-sem-fim - Adaptado)

Em relação ao texto acima, é CORRETO afirmar que se trata de um(a)

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