Língua PortuguesaAposto e vocativoAMEOSC 2025
CM Mondaí
Questão de Língua Portuguesa
4 britânico escreveu dezenas de artigos científicos e livros de ciência popular, participou de documentários, séries e teve até mesmo sua trajetória retratada em um filme. O diagnóstico de Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), uma doença neuromotora, aos vinte e um anos, obrigou-o a viver em uma cadeira de rodas e a usar um sofisticado sistema de comunicação. Isso não foi obstáculo para sua carreira científica, tampouco para seu estrelato. De todas as suas conquistas, ele queria ser lembrado por uma teoria em particular, cuja fórmula está gravada em sua lápide na Abadia de Westminster, em Londres, a poucos passos dos túmulos de Isaac Newton e Charles Darwin. Trata-se da chamada radiação Hawking. Sete anos após sua morte, esta teoria é tão importante para compreender o Universo em geral, e os buracos negros em particular, que instituições de prestígio como a Nasa, a agência espacial americana e a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear trabalham para detectá-la. "Aqui jaz o que era mortal de Stephen Hawking (1942-2018)", está escrito na lápide de pedra com tom de ardósia, um cinza escuro que não chega a ser preto, combinando com sua teoria. No centro, está gravada uma espécie de espiral que circunda uma elipse e os dez caracteres da equação. "A equação expressa sua ideia de que os buracos negros no Universo não são completamente negros, mas emitem um brilho conhecido como radiação Hawking", explica a Abadia de Westminster, que tem um cartão-postal da lápide à venda em sua loja oficial. Muito antes de ganhar status de souvenir, a ideia de que buracos negros não são realmente tão negros provocou repúdio, inclusive, no próprio Hawking. Em 2016, o físico palestrou para a BBC como parte do programa anual. Lá, o físico contou que, no início de 1974, ele estava "investigando como seria o comportamento da matéria nas proximidades de um buraco negro". "Para minha grande surpresa", ele acrescentou, "descobri que o buraco negro parecia emitir partículas a uma taxa constante. Como todo mundo na época, eu aceitava a máxima de que um buraco negro não poderia emitir nada. Por isso, eu me esforcei ao máximo para tentar me livrar deste efeito constrangedor." "Quanto mais eu pensava nele, mais ele se recusava a ir embora, então, no final, eu tive que aceitá-lo." https://www.bbc.com/portuguese/articles/c5y0j5d0z5eo.adaptado.
[...] a Nasa, "a agência espacial americana", e a Organização Europeia para Pesquisa Nuclear trabalham para detectá-la. Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.

