Língua PortuguesaOração sem sujeito e verbos impessoaisCETAP 2019
Pref Maracanã
Questão de Língua Portuguesa
Para acabar com a pressão. Cresce o interesse por uma operação com bons resultados contra as lancinantes dores causadas pela enxaqueca. O problema: faltam ainda comprovações mais amplas de sua eficácia. Letícia Passos A enxaqueca é uma das grandes dores de cabeça da humanidade. Ela acomete cerca de 300 milhões de pessoas no mundo, das quais 30 milhões no Brasil. Associada na Antiguidade a “espíritos ruins”, foi recentemente classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das seis doenças mais incapacitantes, comparável à tetraplegia, à psicose e à demência. Há poucas buscas mais constantes na medicina do que a da descoberta de algum conforto para aquilo que o poeta João Cabral de Melo Neto chamou de “aniagem da alma”. Em 2018, o mundo celebrou a aprovação de uma droga, o erenumabe, que desliga uma substância química cerebral atrelada ao desconforto. É um paliativo, apenas. Há pouco tempo, deu-se a popularização de uma técnica cirúrgica. Ela começou a ser aplicada nos Estados Unidos há menos de uma década, e agora, em 2019, invadiu também consultórios brasileiros. Trata-se de uma operação simples, que não costuma durar mais que duas horas, afeita a descomprimir um par de nervos periféricos da face, o trigêmeo, na área das bochechas, nariz, maxilar e laterais da testa, e o occipital, na nuca e parte traseira do crânio. Eles estariam na origem das dores. A terapia foi descoberta por acaso, no início dos anos 2000, pelo cirurgião plástico Bahman Guyuron, do Cleveland Medical Center, quando ele percebeu a redução do incômodo craniano em pessoas que tinham sido submetidas a procedimentos estéticos na região dos olhos. Pacientes desesperados procuraram o recurso, apesar da inexistência de resultados conclusivos, que começam a aparecer: um estudo com 125 pacientes revelou que 92% conseguiram alguma redução na dor e 35% apresentaram eliminação completa dos sintomas. “É entusiasmante pelo fato de os efeitos serem definitivos”, diz o cirurgião plástico Paolo Rubez, do Hospital São Luiz, em São Paulo. Há esperança, e quem sofre de enxaqueca sabe o que ela representa. Fonte: VEJA, 20/11/2019, p. 81.
Em: “Há poucas buscas mais constantes na medicina (...)”, é correto afirmar que:
Mais questões de Oração sem sujeito e verbos impessoais
- Avança SP 2026Marque a alternativa em que a palavra destacada é um verbo que está sendo utilizado para dar nome a um fenômeno da natureza.
- Avança SP 2026Assinale a alternativa em que qualquer uma das duas formas verbais apresentadas preenche corretamente a lacuna do enunciado acima.
- Instituto AVALIA 2026Assinale a alternativa cujas formas verbais preenchem corretamente as lacunas a seguir, na mesma ordem. Quanto aos funcionários, é certo que de chegar mais tarde amanhã. É claro q…
- IGEDUC 2026"Antigamente existia uma figura quase mítica: o médico da família." Com base na análise sintática da oração acima, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas. (__)…
- ABCP 2026As duas ocorrências do verbo “haver” (linhas 03 e 06) possuem como qual justificativa para a conjugação apresentada:
Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.
