Questões de Matemática · FUNCERN

MatemáticaPorcentagemFUNCERN 2019

Pref Jd de Piranhas

Questão de Matemática

A. J. Oliveira E se as pilhas alcalinas do seu controle remoto deixassem descendentes? Clones carregados, prontinhos para serem usados - energia renovável, na acepção da palavra. O conceito é excêntrico, mas existem bactérias que se enquadrariam muito bem no papel de baterias vivas, já que seu próprio metabolismo produz energia elétrica. Alguns desses organismos desenvolveram um processo chamado transferência extracelular de elétrons (EET, na sigla em inglês). Elas basicamente produzem elétrons no interior das células, e eles circulam por microcanais de proteínas, como pequenas correntes elétricas. O problema é que nenhuma tentativa de extrair essa energia bacteriana para uso humano deu certo. Até agora. Primeiro, porque você precisa encontrar o tipo certo de bactéria. Mas o processo atual exige cultivar grandes colônias bacterianas, para só daí conseguir medir a atividade elétrica produzida ali. É um método trabalhoso e demorado. Logo, é inviável utilizá-lo em grande escala. Entra em cena o MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). O instituto criou um chip, em formato de ampulheta, capaz de mensurar a atividade eletroquímica das bactérias e de separá-Ias de acordo com as suas características, como tamanho e espécie. Pela primeira vez, os pesquisadores conseguiram empregar a técnica para selecionar os micróbios que produzem eletricidade. "Basicamente, as pessoas estavam usando essa técnica para separar bactérias tão diferentes quanto, digamos, um sapo de um passarinho, enquanto nós estamos tentando distinguir dois sapos irmãos - são diferenças mais sutis", explica Qianru Wang, engenheira mecânica do MIT e coautora do estudo. A pesquisadora pretende usar a técnica para determinar a quantidade de energia elétrica que determinadas bactérias podem gerar, como um multímetro de micróbios. O próximo passo será verificar o método em uma gama maior de espécies - e então encaminhá-Ias para gerar energia.

A tabela a seguir apresenta dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, sobre o Produto Interno Bruto – PIB de alguns municípios do Rio Grande do Norte no ano de 2016. Os dados da tabela serão utilizados como referência para responder às questões 22 e 23. Nome da Nome do Município Microrregião Acari Seridó Oriental Produto Interno Bruto, a População preços correntes (Nº de habitantes) (R$ 1.000) 108.583 11.338 Caicó Seridó Ocidental 1.061.765 67.747 Carnaúba dos Dantas Seridó Oriental Cruzeta Seridó Oriental Currais Novos Seridó Oriental Equador Seridó Oriental 76.211 8.117 88.853 8.155 635.524 45.060 64.228 6.103 Ipueira Seridó Ocidental 22.973 2.236 Jardim de Piranhas Seridó Ocidental 119.432 14.734 Jardim do Seridó Seridó Oriental Ouro Branco Seridó Oriental Parelhas Seridó Oriental Santana do Seridó Seridó Oriental 143.674 12.566 43.904 4.877 295.806 21.577 38.779 2.688 São Fernando Seridó Ocidental 47.392 3.603 São João do Sabugi Seridó Ocidental 51.379 6.240 São José do Seridó Seridó Oriental 93.016 4.605 Serra Negra do Norte Seridó Ocidental 75.521 8.152 Timbaúba dos Batistas Seridó Ocidental 28.516 2.428 Fonte: IBGE 2016 Disponível em: https://www.ibge.gov.br/estatisticas-novoportal/economicas/contas-nacionais/9088-produto-interno-bruto-dos- municipios.html?=&t=resultados

Entre os municípios da Microrregião Seridó Ocidental, o PIB do município de Jardim de Piranhas representa um percentual mais próximo de

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