Língua PortuguesaAspas, travessão e parêntesesQuadrix 2026
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Questão de Língua Portuguesa
designado com o código E, caso julgue o item ERRADO. Texto para os itens de 1 a 8. Tecnologia sem regulação, ética e privacidade pode expor usuários a riscos graves Discutir ética no desenvolvimento tecnológico é essencial para garantir que a inovação respeite direitos fundamentais, como privacidade, segurança e autonomia. O professor Luli Radfahrer destaca que, sem princípios éticos e regulação adequada, a tecnologia pode reforçar desigualdades, manipular comportamentos e expor usuários a riscos graves. “A gente precisa garantir que o desenvolvimento tecnológico respeite direitos básicos, como privacidade, segurança e autonomia dos usuários, porque, senão, vira uma lei da selva, em que quem tiver mais força bate mais e quem for menor simplesmente se cala, e não reclama. Então, a gente precisa ter uma abordagem que priorize a privacidade, pois começa por ela”. Para o docente, leis como a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) são fundamentais, mas precisam ser acompanhadas de educação digital para que as pessoas saibam se proteger e usar as ferramentas com consciência. As empresas devem assumir a responsabilidade pelos impactos de seus produtos e adotar a ética desde o início do desenvolvimento. “As pessoas estão usando um poder muito maior de acesso e de compartilhamento de informações. Portanto, é preciso saber proteger suas informações, reconhecer tentativas de golpe (principalmente de forma on‑line) e entender as configurações de privacidade”, salienta Radfahrer. A inteligência artificial (IA), assim como qualquer ferramenta, pode servir tanto para o bem quanto para o mal. Assim, cabe à sociedade orientar seu uso, cobrar transparência e colocar o ser humano no centro das decisões tecnológicas. Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo. Internet: <jornal.usp.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e aos seus aspectos linguísticos, julgue os itens a seguir. No trecho “Afinal, tecnologia sem ética não é avanço – é perigo.”, o travessão poderia ser substituído, sem prejuízo para a correção gramatical e para a coerência do texto, pela conjunção adversativa “mas” antecedida de uma vírgula, escrevendo‑se: Afinal, tecnologia sem ética não é avanço, mas perigo.
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.


