Questões de Língua Portuguesa · Vunesp

Língua PortuguesaElipse e substituição lexicalVunesp 2023

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Questão de Língua Portuguesa

Quando falamos em transplante de órgãos, existem dois tipos de doadores: o doador vivo e o doador falecido. No segundo caso, é a família quem autoriza a doação. Mas como funciona o transplante com doador vivo? Esse tipo de doador pode doar um dos rins, parte do fígado, parte dos pulmões ou parte da medula óssea. Nesses casos, a legislação brasileira permite que cônjuges e parentes de até quarto grau sejam doadores. Para pessoas que não são parentes, a doação só é possível com autorização judicial. A exceção é o transplante de medula óssea. Nesse caso, os doadores podem ser buscados no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), no qual pessoas podem se cadastrar voluntariamente para doar. Isso não significa que a pessoa irá doar a medula de fato. Os dados dela ficam registrados, e ela é acionada se houver um paciente compatível precisando do transplante. Um ponto importante é que, idealmente, quem cuida do doador não deve cuidar do receptor. “Porque o médico que está muito envolvido com o receptor tem um grande conflito de interesse na doação”, explica Sandra Vieira, chefe do Programa de Transplante de Fígado Infantil do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. De acordo com a médica, a recomendação é que todos os doadores tenham acompanhamento de um profissional que é chamado de advocate (uma espécie de “defensor”), alguém que será responsável por esclarecer as dúvidas e dar suporte ao doador. (Maiara Ribeiro. Como funciona o transplante de órgãos entre pessoas vivas. Portal Dráuzio Varella. 28 set. 2022. Adaptado)

No primeiro parágrafo do texto, a repetição do vocábulo “doador” e seus correlatos é um recurso que colabora para garantir

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.