Língua PortuguesaNumeralNCE e FUJB (UFRJ) 2005
PC DF
Questão de Língua Portuguesa
paginação estão corretas. respostas da Prova de Redação. e o caderno de respostas da Prova de Redação. destinados às respostas. o espaço a ela correspondente, conforme o exemplo a seguir: A C D E Atenção: Formas de marcação diferentes da que foi determinada implicarão a rejeição do cartão de respostas pela leitora ótica. Cronograma Previsto (Cronograma completo no endereço www.nce.ufrj.br/concuros) Atividade Divulgação do gabarito Interposição de recursos contra o gabarito Data Local 22/02 www.nce.ufrj.br/concursos 23 a 25/02 * Escritório NCE/UFRJ Brasília Divulgação do resultado do julgamento dos recursos contra o gabarito e resultado preliminar da Prova Objetiva 08/03 www.nce.ufrj.br/concursos Interposição de recursos contra o resultado preliminar da Prova Objetiva 09 a 11/03 * Escritório NCE/UFRJ Brasília Divulgação do resultado do julgamento dos recursos contra o resultado preliminar da Prova Objetiva e divulgação do resultado final da Prova Objetiva Divulgação do resultado preliminar da Prova de Redação 18/03 www.nce.ufrj.br/concursos 31/03 www.nce.ufrj.br/concursos Interposição de recursos contra o resultado preliminar da Prova de Redação 01, 04 e 05/04 * Escritório NCE/UFRJ Brasília Divulgação do resultado do julgamento dos recursos contra o resultado preliminar da Prova de Redação e resultado final da Prova de Redação 15/04 www.nce.ufrj.br/concursos * Escritório NCE/UFRJ Brasília: Edifício Centro Empresarial Brasília, sala 820, bloco B, SRTVS QD 701 DE 1 A 10 = 4 PONTOS DE 11 A 30 = 3 PONTOS O Globo, 15/10/2004 Em oito anos, o número de turistas no Rio de Janeiro dobrou, enquanto os assaltos a turistas foram multiplicados por três, alcançando hoje a média de dez casos por dia. Considerando a importância que o turismo tem para a cidade – que anualmente recebe 5,7 milhões de visitantes de outros estados e do estrangeiro, destes, aliás, quase 40% dos que chegam ao Brasil têm como destino o Rio – é alarmante esse grau crescente de insegurança. Por maior que tenha sido a indignação manifestada pelo governo federal, são números que reforçam o alerta do Departamento de Estado americano a agências de turismo dos Estados Unidos, divulgado no início do mês, a respeito do perigo que apresentam o Rio e outras grandes cidades brasileiras. Não é exagero classificar de urgente a tarefa de fazer o turista se sentir mais seguro no Rio, considerando que os visitantes movimentam 13% da economia da cidade e que dentro de três anos teremos aqui o Pan. Parte da solução é simples: reforçar o policiamento ostensivo. A Secretaria de Segurança do Estado informa que há quase duas centenas de policiais patrulhando a orla, do Leblon ao Leme, mas não é o que se vê – nem é o que percebem os assaltantes. Muitos destes aliás, são menores de idade com que o poder público simplesmente não sabe lidar, por falta de ação integrada entre autoridades estaduais e municipais, empenhadas num jogo de empurra sobre a responsabilidade por tirá-los das ruas. O que lhes confere uma percepção de impunidade que só faz piorar a situação. Impunidade é também a sensação que resulta do deficiente trabalho de investigação policial: se não se consegue impedir o crime, sua gravação pelas câmeras da orla de pouco serve, pois não há um esquema eficaz de inteligência nem estrutura técnica adequada para seguir pistas. É fácil atribuir todos os problemas à falta de verbas. Mas é mais justo falar em dinheiro mal aplicado. As próprias autoridades anunciam fartos investimentos em aparato tecnológico contra o crime; o retorno que deveria produzir a aplicação eficiente desse dinheiro seria o que não está acontecendo: a redução a níveis mínimos dos assaltos a turistas.
“Em oito anos, o número de turistas no Rio de Janeiro dobrou, enquanto os assaltos a turistas foram multiplicados por três, alcançando hoje a média de dez casos por dia. Considerando a importância que o turismo tem para a cidade – que anualmente recebe 5,7 milhões de visitantes de outros estados e do estrangeiro, destes, aliás, quase 40% dos que chegam ao Brasil têm como destino o Rio – é alarmante esse grau crescente de insegurança”; quanto às referências numéricas presentes nesse primeiro parágrafo do texto pode-se dizer que representam numerais de dois tipos:
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.

