Questões de Atualidades e Conhecimentos Gerais · INEP (ENEM)

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Questão de Atualidades e Conhecimentos Gerais

Acesso em: 28 dez. 2023. ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024ENEM2024 18 LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS E REDAÇÃO • 1º DIA • CADERNO 2 • AMARELO • *010275AM19* 1. O rascunho da redação deve ser feito no espaço apropriado. 2. O texto definitivo deve ser escrito à tinta preta, na folha própria, em até 30 (trinta) linhas. 3. A redação que apresentar cópia dos textos da Proposta de Redação ou do Caderno de Questões terá o número de linhas copiadas desconsiderado para a contagem de linhas. 4. Receberá nota zero, em qualquer das situações expressas a seguir, a redação que: 4.1. tiver até 7 (sete) linhas escritas, sendo considerada “texto insuficiente”; 4.2. fugir ao tema ou não atender ao tipo dissertativo-argumentativo; 4.3. apresentar parte do texto deliberadamente desconectada do tema proposto; 4.4. apresentar nome, assinatura, rubrica ou outras formas de identificação no espaço destinado ao texto. Herança – o legado de crenças, conhecimentos, técnicas, costumes, tradições, transmitido por um grupo social de geração para geração; cultura. HOUAISS, A.; VILLAR, M. S. Dicionário Houaiss da língua portuguesa. Rio de Janeiro: Objetiva, 2009 (adaptado). As culturas africanas e afro-brasileiras foram relegadas ao campo do folclore com o propósito de confiná-las ao gueto fossilizado da memória. Folclorizar, nesse caso, é reduzir uma cultura a um conjunto de representações estereotipadas, via de regra, alheias ao contexto que produziu essa cultura. OLIVEIRA, E. D. A epistemologia da ancestralidade. Entrelugares: revista de sociopoética e abordagens afins, 2009.

Figura da questão (imagem do caderno de prova)

PAULINO, R.Ainda a lamentar. In: GONÇALVES,A. M. Um defeito de cor: romance. Rio de Janeiro: Record, 2024 (adaptado). História afro-brasileira nas escolas: professoras comentam avanços e dificuldades As aulas sobre escravidão eram motivo de vergonha para uma professora quando ela estudava em uma escola municipal na zona sul de São Paulo. “Era o meu pior momento na escola”, lembra a ex-aluna. Naquela época, a história da população negra no Brasil era reduzida ao horror do período escravocrata. Não se falava na escola sobre temas como a história e a cultura afro-brasileira, muito menos sobre as grandes personalidades negras do país, como Luiz Gama e Carolina Maria de Jesus. A pedagoga, que é negra, tem orgulho de oferecer uma experiência diferente da que viveu em sala de aula para seus alunos. Agora os livros infantis levados para as turmas têm protagonistas pretos. Temas como a beleza do cabelo crespo e o combate ao racismo fazem parte do dia a dia da escola. Disponível em: https://jornal.unesp.br. Acesso em: 3 jun. 2024 (adaptado). Histórias para ninar gente grande G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira (samba-enredo de 2019) Brasil, meu nego Deixa eu te contar A história que a história não conta O avesso do mesmo lugar Na luta é que a gente se encontra Brasil, meu dengo A Mangueira chegou Com versos que o livro apagou Desde 1500 tem mais invasão do que descobrimento Tem sangue retinto pisado Atrás do herói emoldurado Mulheres, tamoios, mulatos Eu quero um país que não está no retrato Brasil, o teu nome é Dandara E a tua cara é de cariri Não veio do céu Nem das mãos de Isabel A liberdade é um dragão no mar de Aracati Salve os caboclos de julho Quem foi de aço nos anos de chumbo Brasil, chegou a vez De ouvir as Marias, Mahins, Marielles, malês Disponível em: www.mangueira.com.br. Acesso em: 30 maio 2024 (fragmento). Alunos de escola municipal conhecem pontos do Rio que retratam relação com a África

Figura da questão (imagem do caderno de prova)

Globo O / Carvalho Brenno Foto: Alunos admiram grafite de Zumbi dos Palmares na Pedra do Sal. Disponível em: www.oglobo.com. Acesso em: 29 maio 2024 (adaptado). A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Desafios para a valorização da herança africana no Brasil”, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista. • LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS E REDAÇÃO • 1º DIA • CADERNO 2 • AMARELO 19 *010275AM20* Questões de 46 a 90

O bufarinheiro, conhecido nas cidades por teque-teque, chama-se, nos recônditos da Amazônia, “regatão”. Em lugar de transportar nas costas o mundo de miudezas, transporta-o no bojo de uma gaiola que desloca duas, três, quatro toneladas, divididas em seções de secos e molhados e é movido por remo de faia. Cortando comunidades e matas da Amazônia por rios, dentro dessas gaiolas, riscadas de prateleiras, encontram-se os artigos mais díspares, que vão da agulha à espingarda, do lenço ao cobertor, da chita à escova de dentes. MORAES, R. Na Planície Amazônica. São Paulo: Editora Nacional, 1936 (adaptado). No século XIX, o comércio dos regatões era feito, então, com base em relações tecidas com quilombolas, pequenos produtores, comerciantes locais e indígenas, constituindo relação comercial alternativa ao abastecimento da população. HENRIQUE, M. C.; MORAIS, L. T. Estradas líquidas, comércio sólido: índios e regatões na Amazônia (século XIX). Rev. Hist., n. 171, jul.-dez. 2014 (adaptado). Como parte do patrimônio cultural da Amazônia, o regatão foi fundamental, no século XIX, para a

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.