Questões de Economia · FCM - CEFETMINAS

EconomiaHistória do pensamento econômicoFCM - CEFETMINAS 2017

IF Baiano

Questão de Economia

Concurso PúblicoConcurso Público IF BAIANO • 2017IF BAIANO • 2017 AGRONOMIA Docente Docente Nome do candidato Por favor, abra somente quando autorizado.Nome do candidato Por favor, abra somente quando autorizado. 1. As provas terão, no máximo, 6 (seis) horas de duração, incluído o tempo destinado à transcrição dos gabaritos (questões objetivas) e da resposta definitiva (prova discursiva) nas Folhas de Respostas. 2. Este caderno contém 60 questões de múltipla escolha, assim distribuídas: Prova de Língua Portuguesa, com 10 questões, numeradas de 01 a 10. Prova de Legislação do Serviço Público e Educacional, com 10 ques- tões, numeradas de 11 a 20. Prova de Conhecimentos Específicos, com 40 questões, numeradas de 21 a 60. 3. Cada questão apresenta 5 alternativas, de (a) a (e). O candidato deverá lê-las, atentamente, antes de responder a elas. 4. Caso o Caderno esteja incompleto ou com defeito, o candidato deverá solicitar ao aplicador, durante os primeiros 20 minutos, as providências cabíveis. 5. Nenhuma folha poderá ser destacada, durante a realização das provas. INSTRUÇÃO: As questões de (01) a (05) referem-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta. A nova maneira de organização social, praticada pela sociedade líquido-moderna de consumidores, provoca quase nenhuma dissidência, resistência ou revolta, graças ao expediente de apresentar o novo compromisso (o de escolher) como sendo a liberdade de escolha. Seria possível dizer que o mais considerado, criticado e insultado oráculo de Jean-Jacques Rousseau – o de que “as pessoas devem ser forçadas a ser livres” – tornou-se realidade, depois de séculos, embora não na forma em que tanto os ardentes seguidores como os críticos severos de Rousseau esperavam que fosse implementado. Com muita frequência, a “localidade” a que os indivíduos permanecem leais e obedientes não entra mais em suas vidas e se confronta com eles na forma de uma negação de sua autonomia individual, ou de um sacrifício obrigatório. Em vez disso, apresenta-se na forma de festivais de convívio e pertença comunais, divertidos, prazerosos, realizados em ocasiões como a Copa do Mundo de futebol. Submeter-se à “totalidade” não é mais um dever adotado com relutância, incomodidade e muitas vezes oneroso, mas um “patriotenimento”, uma folia procurada com avidez e eminentemente festiva. Carnavais tendem a ser interrupções na rotina diária, breves intervalos animados entre sucessivos episódios de cotidianidade enfadonha, pausas em que a hierarquia mundana de valores é temporariamente invertida, os aspectos mais angustiantes da realidade são suspensos por um breve período e os tipos de conduta proibidos ou considerados vergonhosos na vida “normal” são ostensivamente praticados e exibidos. A função (e o poder sedutor) dos carnavais líquido-modernos está no ressuscitamento momentâneo do convívio que entrou em colapso. Tais carnavais são sessões espíritas para as pessoas se reunirem, darem as mãos e invocarem do outro mundo o fantasma da falecida comunidade. (BAUMAN, Zygmunt. Vida para consumo: a transformação de pessoas em mercadoria. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. Adaptado.)

Segundo Zygmunt Bauman, a compreensão de pertencimento coletivo da sociedade líquido-moderna de consumidores ocorre através do/da

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.