Questões de Estatística · INEP (ENEM)

EstatísticaDistribuições uniforme e exponencialINEP (ENEM) 2006

ENADE

Questão de Estatística

Texto II (Folha de S.Paulo – Cotidiano, 30 jun. 2006, com adaptação.) “Desde a última quinta-feira, quando um grupo de intelectuais entregou ao Congresso Nacional um manifesto contrário à adoção de cotas raciais no Brasil, a polêmica foi reacesa. (...) O diretor executivo da Educação e Cidadania de Afrodescendentes e Carentes (Educafro), frei David Raimundo dos Santos, acredita que hoje o quadro do país é injusto com os negros e defende a adoção do sistema de cotas.” (Agência Estado-Brasil, 03 jul. 2006.) Ampliando ainda mais o debate sobre todas essas políticas afirmativas, há também os que adotam a posição de que o critério para cotas nas Universidades Públicas não deva ser restritivo, mas que considere também a condição social dos candidatos ao ingresso. Analisando a polêmica sobre o sistema de cotas “raciais”, identifique, no atual debate social, a) um argumento coerente utilizado por aqueles que o criticam; b) um argumento coerente utilizado por aqueles que o defendem. Item a) Item b) (valor: 5,0 pontos) (valor: 5,0 pontos) QUESTÃO 10 - DISCURSIVA Leia com atenção os textos abaixo. Duas das feridas do Brasil de hoje, sobretudo nos grandes centros urbanos, são a banalidade do crime e a violência praticada no trânsito. Ao se clamar por solução, surge a pergunta: de quem é a responsabilidade?

Figura da questão (imagem do caderno de prova)Figura da questão (imagem do caderno de prova)

Diante de uma tragédia urbana, qualquer reação das pessoas diretamen- São cerca de 50 mil brasileiros assassinados a te envolvidas é permitida. Podem sofrer, revoltar-se, chorar, não fazer cada ano, número muito superior ao de civis nada. Cabe a quem está de fora a atitude. Cabe à sociedade perceber mortos em países atravessados por guerras. Por que o drama que naquela hora é de três ou cinco famílias é, na verdade, que se mata tanto? Por que os governantes não de todos nós. E a nós não é reservado o direito da omissão. Não podese sensibilizam e só no discurso tratam a se- mos seguir vendo a vida dos nossos jovens escorrer pelas mãos. Não gurança como prioridade? Por que recorrer a podemos achar que evoluir é aceitar crianças de 11 anos consumindo chavões como endurecer as leis, quando já bebidas alcoólicas e, mais tarde, juntando esse hábito ao de dirigir, sem existe legislação contra a impunidade? Por que a menor noção de responsabilidade. (...) Queremos diálogo com nossos meninos. Queremos campanhas que os alertem. Queremos leis que os deixar tantos jovens morrerem, tantas mães cho- protejam. Queremos mantê-los no mundo para o qual os trouxemos. Que- rarem a falta dos filhos? remos – e precisamos – ficar vivos para que eles fiquem vivos. (O Globo. Caderno Especial. 2 set. 2006.) (O Dia, Caderno Especial, Rio de Janeiro, 10 set. 2006.) Com base nas idéias contidas nos textos acima, responda à seguinte pergunta, fundamentando o seu ponto de vista com argumentos. Como o Brasil pode enfrentar a violência social e a violência no trânsito? Observações: (valor: 10,0 pontos) • Seu texto deve ser dissertativo-argumentativo (não deve, portanto, ser escrito em forma de poema ou de narração). • O seu ponto de vista deve estar apoiado em argumentos. • Seu texto deve ser redigido na modalidade escrita padrão da Língua Portuguesa. • O texto deve ter entre 8 e 12 linhas.

5 QUESTÃO 9 - DISCURSIVA Sobre a implantação de “políticas afirmativas” relacionadas à adoção de “sistemas de cotas” por meio de Projetos de Lei em tramitação no Congresso Nacional, leia os dois textos a seguir.

No Brasil, o Banco Central procura alcançar uma meta de inflação com um valor central, por exemplo, de 4% a.a. em torno da qual se define uma faixa tolerável de ± 2% a.a. Se tal intervalo ocorrer de fato e as probabilidades puderem ser aproximadas pela distribuição uniforme entre + 2% e + 6%,

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.