Questões de Comunicação Social e Jornalismo · INEP (ENEM)

Comunicação Social e JornalismoTeorias do jornalismo e noticiabilidadeINEP (ENEM) 2015

ENADE

Questão de Comunicação Social e Jornalismo

QUESTÃO 24 Está em curso, ao acaso ou deliberadamente, um surpreendente, fundamental e inquietante processo de dissociação entre existência e consciência; ou condições e possibilidades da existência e condições e possibilidades da consciência. Quando ƐĞĚĞƐĞŶǀŽůǀĞŵĞĂƉůŝĐĂŵĂƐƚĞĐŶŽůŽŐŝĂƐĞůĞƚƌƀŶŝĐĂƐ͕ ŝŶĨŽƌŵĄƟĐĂƐĞĐŝďĞƌŶĠƟĐĂƐ͕ĂŐŝůŝnjĂŶĚŽĞŐĞŶĞƌĂůŝnjĂŶĚŽ os meios de comunicação, informação e propaganda, as condições e as possibilidades da consciência ƉĂƐƐĂŵĂĚĞƐĐŽůĂƌͲƐĞĐŽŶơŶƵĂŽƵƌĞŝƚĞƌĂĚĂŵĞŶƚĞĚĂ experiência, realidade ou existência. /EE/͕K͘KƉƌşŶĐŝƉĞĞůĞƚƌƀŶŝĐŽ͘ WĞƌƐƉĞĐƟǀĂƐ͗ revista de ciências ƐŽĐŝĂŝƐ͘^ĆŽWĂƵůŽ͕ϭϵϵϵ;ĂĚĂƉƚĂĚŽͿ͘ No fragmento de texto apresentado, o autor reflete sobre A a potência dos meios de comunicação de massa em oferecer uma experiência pessoal única e individual ao sujeito receptor da sua mensagem. B a capacidade da indústria cultural de reconstruir o real por meio de simulacros, representações ĂƌďŝƚƌĄƌŝĂƐĞŝŵĂŐŝŶĂƟǀĂƐĚĂƌĞĂůŝĚĂĚĞ͘ C ĂƐ ƉŽƐƐŝďŝůŝĚĂĚĞƐ ĚĞ ĚĞŵŽĐƌĂƟnjĂĕĆŽ ĚŽ ĂĐĞƐƐŽ à comunicação proporcionadas pelos poderosos meios de comunicação a distância no mundo contemporâneo. D a capacidade que os meios de comunicação a distância têm de proporcionar ao seu receptor ƵŵĂĞdžƉĞƌŝġŶĐŝĂĚŝƌĞƚĂĚŽƐĨĞŶƀŵĞŶŽƐĚŽŵƵŶĚŽ͘ E a possibilidade da expressão de uma experiência ŝŶĚŝǀŝĚƵĂů ĚŽ ŵƵŶĚŽ ƚƌĂŶƐŵŝƟĚĂ ƉŽƌ ƐƵĂ representação nos meios de comunicação de massa.

COMUNICAÇÃO SOCIAL - JORNALISMO QUESTÃO 25 2015 ĞƚŽĚŽƐŽƐƉĞĐĂĚŽƐĂƚƵĂŝƐĐŽŵĞƟĚŽƐƉĞůĂŝŶĚƷƐƚƌŝĂĚĂĐŽŵƵŶŝĐĂĕĆŽũŽƌŶĂůşƐƟĐĂ͕ŽƋƵĞƚĞŵĐŽŶƐĞƋƵġŶĐŝĂƐ ŵĂŝƐŐƌĂǀĞƐĠŽĚĂƵŶŝĨŽƌŵŝnjĂĕĆŽĚĂĂŐĞŶĚĂĚĞŝŶĨŽƌŵĂĕƁĞƐ͘KĨĂ ƚŽĚĞŶŽƟĐŝĂƌĚĂĚŽƐŶŽǀŽƐ͕ĨĂƚŽƐŝŶĠĚŝƚŽƐĞ ĞǀĞŶƚŽƐĂƉĂƌƟƌĚĞƵŵƷŶŝĐŽǀŝĠƐŶĆŽĨĂůƐĞŝĂĂƉĞŶĂƐĂǀŝƐĆŽƋƵĞĂƐƉĞƐƐŽĂƐƚġŵĚĂƌĞĂůŝĚĂĚĞ͕ŵĂƐĂƐůĞǀĂĂ desenvolver opiniões cada vez mais radicais e extremadas. ƚĠ ĂŐŽƌĂ Ă ŵĂŝŽƌŝĂ ĚŽƐ ĐƌşƟĐŽƐ ĚĂ ŵşĚŝĂ ĐŽŶĐĞŶƚƌĂǀĂŵ ƐƵĂƐ ĂƚĞŶĕƁĞƐ ďĂƐŝĐĂŵĞŶƚĞ ŶĂ ǀĞƌŝĮĐĂĕĆŽ ĚĂ ĂƵƚĞŶƟĐŝĚĂĚĞĚĂƐŶŽơĐŝĂƐƉƵďůŝĐĂĚĂƐƉŽƌũŽƌŶĂŝƐ͕ƌĞǀŝƐƚĂƐ͕ƚĞůĞ ũŽƌŶĂŝƐĞƉĄŐŝŶĂƐŶŽƟĐŝŽƐĂƐŶĂtĞď͘dƌĂƚĂͲƐĞ ĚĞƵŵĂƉƌĞŽĐƵƉĂĕĆŽŵƵŝƚŽŝŵƉŽƌƚĂŶƚĞ͕ŵĂƐĂŐŽƌĂĞůĂĞƐƚĄƐĞŶĚŽŽ ĨƵƐĐĂĚĂƉĞůĂƐĐŽŶƐĞƋƵġŶĐŝĂƐƉƌĄƟĐĂƐĚŽ crescente sectarismo nas opiniões e posicionamentos expressados por leitores, ouvintes, telespectadores e internautas. Há uma diferença importante entre estar equivocado em consequência de informações falsas e entre ĂdžĞŶŽĨŽďŝĂƉŽůşƟĐĂĂůŝŵĞŶƚĂĚĂƉŽƌŶŽơĐŝĂƐƵŶŝůĂƚĞƌĂŝƐ͕ƋƵĞŵŽƐ ƚƌĂŵĂƉĞŶĂƐƵŵůĂĚŽĚĂƌĞĂůŝĚĂĚĞ͘hŵĂ ŶŽơĐŝĂ ƉŽĚĞ ƐĞƌ ǀĞƌĚĂĚĞŝƌĂ͕ ŵĂƐ ŐĞƌĂƌ ƵŵĂ ƉĞƌĐĞƉĕĆŽ ƉĂƌĐŝĂů ŽƵ ĚŝƐƚŽƌĐŝĚĂ ĚŽ ĐŽŶƚĞdžƚŽ ŽŶĚĞ ĞƐƚĂŵŽƐ situados. É aí que está a origem das opiniões sectárias. É a materialização clara da famosa história do copo meio cheio ou meio vazio. O fato é o mesmo, mas a forma como é representado na comunicação gera duas ĂƟƚƵĚĞƐĚŝĨĞƌĞŶƚĞƐĞŵƋƵĞŵƌĞĐĞďĞĂŝŶĨŽƌŵĂĕĆŽ͘ CASTILHO, C.KƐƌŝƐĐŽƐŽĐƵůƚŽƐŶĂƵŶŝĨŽƌŵŝnjĂĕĆŽĚĂĂŐĞŶĚĂĚĂŝŵƉƌĞŶƐĂ. ŝƐƉŽŶşǀĞůĞŵ͗фŚƩƉ͗ͬͬŽďƐĞƌǀĂƚŽƌŝŽĚĂŝŵƉƌĞŶƐĂ͘ĐŽŵ͘ďƌх͘ Acesso em: 2 ago. 2015 (adaptado). Considerando a uniformização da abordagem dos fatos pela mídia e o consequente sectarismo nas opiniões dos consumidores da informação, conclui-se que a Teoria do Jornalismo relacionada à abordagem desse texto é a

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