Questões de Língua Portuguesa · OBJETIVA CONCURSOS

Língua PortuguesaFinalidade do texto e intenção do autorOBJETIVA CONCURSOS 2023

Pref Sete Lagoas

Questão de Língua Portuguesa

895 10 10 10 ç para conferência com o gabarito oficial. liberá-la, acionando-a apenas uma vez. retirar-se do local, simultaneamente, após concluído. Caderno de questões Direitos autorais reservados à Objetiva Concursos Ltda. Proibida a reprodução, ainda que parcial, sem autorização prévia. Boa Prova! Seriedade e ética: nós acreditamos nesses valores. Nome do(a) Candidato(a)  Nº de inscrição Esta parte destacável serve para copiar as suas respostas, somente poderá ser destacada no ato da entrega do material na mesa do fiscal. 01 02 03 04 05 06 11 12 13 14 15 16 21 22 23 24 25 26 07 08 09 10 17 18 19 20 27 28 29 30 Seriedade e ética: nós acreditamos nesses valores. Nova espécie de tartaruga encontrada no sudeste do Pará Uma nova espécie de tartaruga de água doce foi encontrada nos igarapés do entorno da Unidade de Conservação (UC) Parque Estadual Martírio Serra das Andorinhas (Pesam), no município de São Geraldo do Araguaia, sudeste paraense. A tartaruga foi batizada de 'perema do Pará' e foi conhecida a partir de estudo de exemplares da coleção de Herpetologia do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), por pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA), do Núcleo de Ecologia Aquática e Pesca da Amazônia (NEAF/UFPA), do projeto Turtle Conservancy, da Chelonian Research Foundation e da ReWild. O estudo teve início em 2018, e foi liderado pelo herpetólogo Fábio Andrew Gomes Cunha, da Universidade Federal do Pará (UFPA), a partir de uma visita ao centro de Herpetologia do (MPEG), considerado o maior acervo da região amazônica, abrigando cerca de 100 mil espécimes de anfíbios e répteis, a grande maioria preservados em álcool e alguns indivíduos em via seco. “Estávamos em processo de descrição de uma nova espécie, da região do Baixo Amazonas, e ao estudarmos os animais depositados no Museu Emílio Goeldi, encontramos um grupo de tartarugas muito semelhantes entre si e completamente diferentes de tudo que se conhecida, até aquele momento. Foi algo de saltar os olhos”, disse o pesquisador Fábio Cunha. O nome científico é Mesoclemmys sabiniparaensis, e "paraensis" é em honra ao Pará. De acordo com pesquisador Fábio Cunha, após o primeiro contato, iniciou-se um estudo minucioso, com análises genéticas feitas com base em análises de DNA extraído de amostras de tecido muscular dos animais, diferenças morfológicas e anatômicas, além de informações sobre a história natural desses animais. “Para que uma nova espécie seja aceita pela ciência, é necessário realizar comparação morfológica, genética, comportamental, sua distribuição animal, além da fisiologia da nova espécie com todas as outras espécies já descritas e reconhecidas. É um processo lento, com muitos detalhes. Desde o primeiro contato com os animais até a publicação leva alguns anos; nessa pesquisa, foram quatro anos inteiros de muito estudo”, detalhou. (Fonte: G1 - adaptado.) 1

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