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Questão de Língua Portuguesa
Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais Brasil desafia ambiente hostil e mais remoto de seu território para manter Base Científica Luiz André Ferreira Publicado 02/03/2026 A Estação Científica do Arquipélago de São Pedro e São Paulo passa pela terceira ampliação. É o ponto mais afastado do continente brasileiro. Fica na extremidade da costa de Natal, no Rio Grande do Norte. Devido a ser a área mais remota, sua ocupação é de fundamental estratégia para garantir o espaço territorial e manter os limites das fronteiras do país. É também uma das principais bases de estudos científicos. Estão sendo investidos cerca de 7 milhões de reais do Fundo de Compensação Ambiental. Entre as melhorias, a instalação de uma passarela ligando o ponto mais baixo ao mais alto da ilha Belmonte, a principal, onde deverão ser construídas novas edificações até o final deste ano. Espaço Selvagem As novas construções se destacam pelo uso de materiais altamente resistentes à corrosão e um sistema de montagem por encaixe que reduz o uso de parafusos. A atual estrutura apresenta sinais de acentuado desgaste. Devido ao difícil acesso, o transporte de pessoas e materiais não pode ser feito por uma embarcação comum, mas somente pelo adaptado Navio Patrulha Oceânico “Araguari”. Além da distância da costa, a cerca de mil quilômetros do litoral brasileiro, a geografia é resumida a um pequeno cume de cadeia de montanhas que se ergue de profundidades de cerca de 4.000 metros do fundo do mar. A topografia é extremamente irregular. A pequena dimensão mais plana equivale a aproximadamente um campo de futebol. Seu ponto mais elevado está a apenas 16 metros do nível do mar, o que faz com que constantemente seja invadida pelas fortes ondas que assolam a região que também é escaldada pelo forte sol e sacudida pelos constantes tremores de terra. Complexidade da Operação A manutenção da operação também é muito complexa. Envolve diversos sistemas adjacentes, como o de geração de energia, o de captação e dessalinização de água e o de comunicações. O Arquipélago está há mais de 20 anos sob a gestão da Marinha, que mantém em uma de suas bases, um farol para sinalização de embarcações. A força armada divide a gestão da Base Científica com o ICMBio e a Universidade Federal do Espírito Santo. Garantir Fronteira e Pesquisas Ambientais. Disponível em https://odia.ig.com.br/colunas/luiz-andreferreira/2026/03/7215486-garantir-fronteira-e-pesquisasambientais.html. Acesso em 13 de março de 2026. Adaptado.
O texto descreve o local das construções como um ambiente:
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.
