Questões de Educação e Pedagogia · INEP (ENEM)

Educação e PedagogiaViolência escolar e mediação de conflitosINEP (ENEM) 2025

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Questão de Educação e Pedagogia

Texto 3 Disponível em: arvoreagua.org (adaptado). Acesso em: 17 jul. 2025. Injustiça socioambiental A injustiça socioambiental ocorre quando as comunidades marginalizadas, em sua maioria compostas por grupos étnicos minoritários, sofrem de forma desproporcional com a exposição a poluentes, a degradação ambiental e a falta de acesso a recursos naturais saudáveis. MONTEIRO, R. R.; SANTOS, M.; SOUZA, J. O. R.; VIEIRA, M. B. Racismo ambiental, justiça ambiental e mudanças climáticas no Brasil: uma análise dos relatórios anuais dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Em favor de igualdade racial, v. 6, n. 3, p. 117-132, 2023. Diante do alto índice de evasão de estudantes da Educação Básica da Escola Municipal Anísio Teixeira, essa instituição solicitou que as famílias respondessem a um questionário para diagnosticar as razões que justificariam esse cenário. Nessa pesquisa, evidenciou-se a relação direta entre evasão escolar e as condições de vulnerabilidade social que afetam tais pessoas. A partir desse dado, a escola propõe a criação de um projeto que, ao envolver toda a comunidade escolar, minimize os impactos do racismo ambiental na vida dos membros dessa comunidade, buscando formas de colaborar com a justiça socioambiental. Com base na situação-problema e na leitura dos textos motivadores, produza um texto dissertativo-argumentativo que, respeitando os Direitos Humanos, 1.explique de que modo a relação entre justiça socioambiental e desigualdades sociais no Brasil pode ser abordada no contexto escolar; 2.disserte sobre o papel da escola para minimizar os impactos do racismo ambiental na promoção de justiça socioambiental; 3.apresente, ao menos, uma ação concreta a ser contemplada no projeto proposto, visando mitigar os impactos do racismo ambiental e contribuir com a justiça socioambiental. 2025 Texto para questões de 31 a 33 2025 O terror e a morte são elementos reiteradamente analisados por nós como estruturantes do Estado brasileiro. Na história brasileira do Estado, “dar a vida e dar a morte” não podem ser pensados separadamente. Quando eu digo dar a vida e dar a morte me distancio da posição de Foucault, segundo a qual o Estado moderno tem como fundamento “fazer viver, deixar morrer”. O verbo “deixar” sugere que o Estado não irá desenvolver políticas de morte. Necropoder e biopoder (vida matável e vida vivível) são termos indissociáveis para se pensar a relação do Estado com os grupos humanos que habitaram e habitam o Estado-nação. BENTO, B. Necrobiopoder: quem pode habitar o Estado-nação? Cadernos Pagu, n. 53, São Paulo: 2018 (adaptado).

Área livre 17

Em uma escola pública localizada numa cidade com altos índices de homicídios, uma professora de Sociologia, ao trabalhar conceitos sociológicos sobre violência, percebeu que a realidade vivida pelos estudantes era muito próxima dos conceitos apresentados por Berenice Bento sobre necrobiopoder. Nesse contexto, a professora buscou adequar sua abordagem, pois o tratamento da temática poderia desmotivar os estudantes e fazê-los reviver determinados traumas individuais ou coletivos. A sequência didática adequada para abordar o conceito de violência, motivando os estudantes e desenvolvendo uma postura científica é

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.