Língua PortuguesaPronomes demonstrativos e possessivosPROAD UFOP 2017
UFOP
Questão de Língua Portuguesa
Concurso Público Edital PROAD 74/2016 Leia atentamente as instruções abaixo: 1. Aguarde permissão para iniciar a prova. 2. Identifique-se na parte inferior desta prova. Você será excluído do concurso caso não tenha se identificado. Assine somente no local apropriado. 3. Este caderno contém 10 questões de múltipla escolha, valendo 3,0 pontos cada, perfazendo um total de 30,0 pontos. 4. Verifique se o caderno está completo e sem imperfeições gráficas que possam dificultar a leitura. Detectado algum problema, comunique-o, imediatamente, ao fiscal. 5. Você dispõe de, no máximo, quatro horas improrrogáveis para responder a todas as questões e preencher as Folhas de Respostas. 6. Cada questão de múltipla escolha apresenta apenas uma opção de resposta correta. 7. O preenchimento das Folhas de Respostas é de sua inteira responsabilidade. Preencha-as cobrindo somente uma opção, sem ultrapassar os limites. Use caneta azul ou preta. 8. Antes de retirar-se definitivamente da sala, devolva ao fiscal as Folhas de Respostas. 9. Após o aviso para início das provas, você deverá permanecer por, no mínimo, sessenta minutos no local em que elas são realizadas. --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Identificação do Candidato Nome (em letra de forma) Assinatura: Prova de Língua Portuguesa Questões de 01 a 10 As “poses de poder” podem te ajudar a se sentir mais confiante A colunista Cynthia de Almeida conta como funciona essa técnica de linguagem corporal estudada pela professora de Harvard Amy Cuddy. 1 Sabe aquele gesto de erguer os braços para festejar uma vitória? Ou a postura de quem se sente dona da situação, de levantar o queixo, manter a coluna ereta e colocar as mãos na cintura? Esses e outros trejeitos, reações típicas em momentos positivos, foram chamados de “poses de poder” pela psicóloga e professora de Harvard Amy Cuddy. O interessante é que essas posições, mesmo se praticadas fora de contexto, por dois minutos, são capazes de enganar o cérebro e fazer você se sentir empolgada, segura e confiante. 2 Cuddy ficou mundialmente conhecida ao revelar o resultado de sua pesquisa em um TED (série de conferências internacionais destinadas a disseminar ideias bacanas). Seus estudos demonstraram a lógica por trás da teoria: ao levantar os braços em comemoração, o cérebro provoca uma descarga de testosterona (hormônio da dominância); ao mesmo tempo, restringe a produção de cortisol (hormônio do stress) e diminui a sensação de nervosismo. Ou seja, você realmente se sente vitoriosa e menos intimidada. A técnica tem ajudado muita gente a enfrentar acontecimentos estressantes, como entrevistas de emprego, falas em público ou reuniões difíceis. 3 Pessoalmente, testei diversas vezes essa pose de mulher maravilha e aprovei! Quem já é fã do método pode agora conhecer mais sobre as pesquisas de plasticidade cerebral da psicóloga no livro que ela acaba de lançar no Brasil, O Poder da Presença (Sextante, 39,90 reais). Um dos capítulos trata de um aprendizado tão simples e eficaz quanto esse exercício de “fingir até ser verdade”: pequenos ajustes que levam a grandes mudanças. É muito mais fácil e natural para a mente incorporar atitudes menores, às quais Cuddy chama de autocutucões, do que se impor metas ambiciosas de transformação. 4 Não dá para prometer, por exemplo, que, a partir de hoje, você vai deixar de ser tímida e se tornar uma pessoa extrovertida. “É assim que a coisa funciona”, escreve ela. “Em cada situação desafiadora, encorajamo-nos a nos sentir mais fortes, a transpor as muralhas do medo. É dessa experiência que nos lembraremos quando estivermos diante da próxima circunstância semelhante.” Segundo a psicóloga, nosso foco deve estar no processo, e não no resultado. É o comportamento atual que mudará o futuro e, para isso, precisamos de nanoinvestimentos, que vão, lenta e gradualmente, moldando nosso cérebro. 5 Os cutucões são eficazes por diversos motivos. O principal é que exigem pouco esforço e, portanto, têm adesão mais garantida. E, depois, como os resultados esperados não são imediatos, não se tornam fonte de ansiedade ou frustração. O exemplo pessoal que a autora dá é estimulante. Ela conta que costumava reagir imediatamente diante de qualquer turbulência sem parar nem para respirar ou para raciocinar. “Quando tentava corrigir um problema instantaneamente, daquela forma atabalhoada e nervosa, nunca ficava satisfeita com minha ação. Não chegamos a lugar nenhum decidindo mudar tudo exatamente agora. Vamos aos poucos, passo a passo. Aprendi que precisava me cutucar 01 para desacelerar e também para me fixar menos no resultado. Toda vez que me chamava atenção, criava uma lembrança, um registro daquilo, que poderia acessar na próxima vez que entrasse em pânico.” Hoje, Cuddy sabe que até não fazer nada já é alguma coisa. E isso pode ser muito bom! (http://claudia.abril.com.br/sua-vida/as-poses-de-poder-podem-te-ajudar-a-se-sentir-mais-confiante/)
Leia com atenção o excerto a seguir, observando o primeiro parágrafo do qual foi extraído. “O interessante é que essas posições, mesmo se praticadas fora de contexto, por dois minutos, são capazes de enganar o cérebro e fazer você se sentir empolgada, segura e confiante.” Das frases apresentadas, assinale aquela em que o pronome demonstrativo foi empregado nas mesmas condições, segundo a norma culta.
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.


