Questões de Língua Portuguesa · UNIBAVE

Língua PortuguesaSujeito e tipos de sujeitoUNIBAVE 2024

CM Capivari de Baixo

Questão de Língua Portuguesa

Alguns cientistas acreditam que vida na Terra é mais antiga do que se pensava Um grupo de cientistas encontraram novas evidências que amparam a teoria de que a vida complexa na Terra começou há 1,5 bilhão de anos antes do que se imaginava. A equipe, que trabalhou no Gabão, pesquisou rochas que mostram condições ambientais para vida animal há 2,1 bilhões de anos. No entanto, eles dizem que os organismos estavam restritos a um mar dentro de um continente, não conseguiram se espalhar pelo planeta e desapareceram. Essas ideias são muito distintas do consenso científico sobre o tema e muitos cientistas não as aceitam como válidas. A maioria dos especialistas acredita que a vida animal começou há 635 milhões de anos. Os cientistas examinaram as rochas ao redor das formações para verificar se havia evidências de substâncias como oxigênio e fósforo, que ajudam a sustentar vida. O professor Ernest Chi Fru, da Universidade de Cardiff, trabalhou com uma equipe internacional de cientistas, dizendo que esses organismos seriam parecidos com bolor limoso, um organismo unicelular que se reproduz com esporos. Graham Shields, professor da University College London, que não participou da pesquisa, disse que tem algumas dúvidas sobre o trabalho. "Eu não sou contra a ideia de que havia altos nutrientes há 2,1 bilhões de anos, mas não estou convencido de que isso poderia acarretar em diversificação para formação de vida complexa", diz ele, sugerindo que é preciso haver mais evidências. Chi Fru diz que seu trabalho comprova ideias sobre os processos de criação de vida na Terra. "Nós vemos o mesmo processo que existia no período cambriano, há 635 milhões de anos e a pesquisa suporta essa ideia. Ela nos ajuda a entender, em última instância, de onde todos nós viemos." Para encontrar mais evidências, Chi Fru e sua equipe analisaram segmentos de sedimentos que foram perfurados na rocha no Gabão. Eles acreditam que os altos níveis de oxigênio e fósforo foram feitos por duas placas continentais que se colidiram embaixo da água, criando atividade vulcânica. A colisão separou uma seção de água do resto dos oceanos, criando um "mar interior marinho raso rico em nutrientes." Chi Fru diz que esse ambiente protegido tinha condições de permitir a fotossíntese, gerando quantidades significativas de oxigênio na água. Ele afirma que o ANALISTA DE RECURSOS HUMANOS - 1 ambiente isolado também levou ao desaparecimento desse tipo de vida, pois não havia novos nutrientes suficientes para servir de alimentos. O estudante de doutorado Elias Rugen, do Natural History Museum, de Londres, que não participou da pesquisa, disse que concorda com algumas das conclusões do estudo. Ele diz que é claro que "ciclos de carbono, nitrogênio, ferro e fósforo estavam fazendo algo um pouco sem precedentes nesse ponto da história da Terra". "Não há nada que diga que formas complexas de vida biológica não pudessem ter surgido e prosperado há 2 bilhões de anos", diz; mas ele ressaltou que são necessárias mais evidências para suportar essas teorias. Disponível em:https://www.bbc.com/portuguese/ articles/c51y7wd7xv2o.adaptado.

Chi Fru diz que seu trabalho comprova 'ideias' sobre os processos de criação de vida na Terra. Sintaticamente, o termo destacado nesta frase trata-se de:

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.