Língua PortuguesaInferências, pressupostos e subentendidosCPCON 2025
Pref S Francisco PB
Questão de Língua Portuguesa
Texto I Quando o ronco feroz do carro pipa Não, eu não quero enchentes de caridade Cobre a força do aboio do vaqueiro Só quero chuva de honestidade Quando o gado berrando no terreiro Molhando as terras do meu sertão Se despede da vida do peão Israel é mais seco que o Nordeste Quando verde eu procuro pelo chão No entanto se investe de fartura Não encontro mais nem mandacaru Dando força total à agricultura Dá tristeza ter que viver no Sul Faz brotar folha verde no deserto Pra morrer de saudades do sertão Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente Dá pra ver que o desmando aqui é certo Mas tem mão boba enganando a gente Sobra voto, mas falta competência Secando o verde da irrigação Pra tirar das cacimbas da ciência Água doce que regue a plantação Não, eu não quero enchentes de caridade Só quero chuva de honestidade Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente Molhando as terras do meu sertão Mas tem mão boba enganando a gente Secando o verde da irrigação Eu pensei que tivesse resolvida Essa forma de vida tão medonha Não, eu não quero enchentes de caridade Mas ainda me matam de vergonha Só quero chuva de honestidade Os currais, coronéis e suas cercas Molhando as terras do meu sertão Eu pensei nunca mais sofrer da seca No Nordeste do século vinte e um Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente Onde até o voo troncho de um anum Mas tem mão boba enganando a gente Fez progressos e teve evolução Secando o verde da irrigação Não, eu não quero enchentes de caridade Eu sei que a chuva é pouca e que o chão é quente Só quero chuva de honestidade Mas tem mão boba enganando a gente Molhando as terras do meu sertão Secando o verde da irrigação Fonte: <letras.mus.br/flavio-leandro/chuva-de-honestidade> Acesso em: 10/08/2025.
Aida do nordestino ao Sul, de acordo com o Texto I, gera sentimentos de:
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.

