Língua PortuguesaConcordância verbal e nominalINCAB (ex-FUNCAB) 2014
PC RO
Questão de Língua Portuguesa
CONCURSO PÚBLICO para o cargo de V erifique se esta LETRA é a mesma Técnico de Necrópsia do seu Cartão PROVA M04 MANHÃ de Respostas. ELIMINADO. "Nas grandes batalhas da vida, o primeiro passo para a vitória é o desejo de vencer!" Quantidade de Valor de cada Disciplinas questões q u estão definitivamente da sala após 1 (uma) hora Língua Portuguesa 10 Atualidades 10 Conhecimento Regional 15 Noções de Informática 05 1,0 do inicio efetivoda prova; e VERIFIQUE SE ESTE MATERIAL ESTÁ EM ORDEM, CASO acarretará a eliminação do candidato; e CONTRÁRIO, NOTIFIQUE IMEDIATAMENTE O FISCAl. • RESERVE OS 30 (TRINTA) MINUTOS FINAIS li www.funcab. org • Ao terminar a prova, o candidato deverá retirar-se imediatamente do local, não sendo possível nem mesmo a utilização dos banheiros e/ou bebedouros. • Ao terminar a prova, é de sua responsabilidade entregar ao fiscal o Cartão de Respostas assinado. Não se esqueça dos seus pertences. • Os três últimos candidatos deverão permanecer na sala até que o último candidato entregue o Cartão de Respostas. • O fiscal de sala não está autorizado a alterar quaisquer destas instruções. Em caso de dúvida, li solicite a presença do coordenador local. (~~~~~-LÍ_N_G_UA~P_O_R_TU_G_U_E_S_A~~~~-----) Leia o texto abaixo e responda às questões propostas. A liberdade chega aos morros Ao fincar a bandeira do Brasil e a do Batalhão de Operações Especiais (Bope) numa laje que servia como QG de traficantes. um grupo de policiais da tropa de elite do Rio de Janeiro marcava, na semana passada, a retomada do poder em um conjunto de sete violentas favelas da Zona Norte - a maior operação dessa natureza já feita em morros cariocas. Ela é parte de um programa para estabelecer bases permanentes da polícia em áreas sob o jugo do tráfico , as chamadas Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) , que já devolveram ao estado o controle de territórios em catorze favelas. Nas mãos de criminosos por três décadas e palco de sangrentos confrontos entre policiais e traficantes, o Borel , o maior entre os morros ocupados na última quarta-feira, chamou atenção : enquanto os 280 PMs tomavam as vielas, não se ouviu ali um único tiro. Cena rara, ela é o retrato de uma ação planejada nos últimos seis meses, que envolveu o setor de inteligência da polícia e foi precedida de quatro operações menores, nas quais já haviam sido capturados traficantes como Bill do Borel, o chefão local. Além disso, o Secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, decid iu tornar pública a operação, com o propósito declarado de provocar a debandada dos bandidos - o que de fato ocorreu. Daí só ter havido uma prisão. Justifica Beltrame: "Se estivessem lá, jamais conseguiríamos retomar o poder sobre territórios sem um banho de sangue". Isso faz refletir sobre a real capacidade de o estado reaver o comando nos morros mais lucrativos para o tráfico que o Borel , de onde os bandidos evidentemente não querem sair. Diz Pedro Strozenberg, especialista em segurança pública : "A ocupação dessas favelas pelo poder público vai requerer muito mais homens e uma verdadeira ~stratégia de guerra, algo que não se viu até aqui". E o caso do Complexo do Alemão, também na Zona Norte, o maior conjunto de favelas do Rio, com 130 000 habitantes (justamente onde estão refugiados agora os traficantes do Borel, segundo a polícia). Estima-se que circulem por ali 300 bandidos armados com mais de uma centena de fuzis de guerra. Outra dificuldade em tomar o complexo das mãos dos traficantes diz respeito à sua intrincada geografia: entrecortado de morros acidentados que atingem quase 200 metros de altura e pontuado por centenas de vielas labirínticas, o Alemão impõe um grau de dificuldade à pol ícia que não se compara ao do Borel - mas é preciso que ela o ocupe . A decisão do estado de retomar o controle das fave las cariocas rompe com a lógica da complacência e da frouxidão com a bandidagem, que contaminou as políticas de segurança pública do Rio nas últimas décadas. A atual experiência das UPPs reforça a ideia de que com planejamento e uma gestão a salvo de ingerências políticas, é possível , sim, combater a criminalidade. A ocupação das favelas pela polícia também ajuda a desconstruir o mito de que os bandidos ali encastelados compõem um grupo de criminosos tão organizados quanto invencíveis. Eles não o são. Quando o estado se impõe, os resultados se fazem notar - e a cidade como um todo se beneficia disso. Para se ter uma ideia, no entorno das áreas em que as UPPs foram implantadas, os imóveis se valorizaram até 300% em um ano e a frequência escolar subiu 30%. Avanços como esses em lugares tão pobres e violentos não deixam dúvida quanto à necessidade de que essa política seja permanente- e irreversível. (FRANÇA, Ronaldo. Revista Veja, 05/05/2010.) )1-------------- ( Questão 01 De acordo com a leitura do texto: A) o anúncio de que os policiais invadiriam o morro foi uma estratégia do Secretário de Segurança para evitar um confronto maior entre policiais e trnfir.;:intP.!::: B) o deslize do Secretário de Segurança provocou ê fuga dos traficantes do morro do Borel, prejudicando o sucesso da operação. C) a ocupação de outras comunidades que seriarr mais lucrativas para o tráfico não vão requerer urr contingente tão grande de policiais como fo necessário no morro do Borel. D) a intrincada geografia do Complexo doAlemão, nê Zona Norte do Rio, com suas ruas estreitas. favorece a ocupação das Unidades de Políciê Pacificadora. E) o texto critica as estratégias empregadas pela polícia do Rio de Janeiro, atentando para o fato de que as medidas tomadas não são mais capazes de reverter a situação.
1-------------- Assinale a opção em que, mantendo a coerência verbal, a oração destacada foi corretamente desenvolvida. "AO FINCAR A BANDEIRA DO BRASIL E A DO BATALHÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS (BOPE) NUMA LAJE que servia como QG de traficantes, um grupo de policiais da tropa de elite do Rio de Janeiro marcava, na semana passada, a retomada do poder em um conjunto de sete violentas favelas da Zona NortP. "
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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.
