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Questão de Língua Portuguesa

Brasil cria centro para pesquisar novos insumos farmacêuticos a partir da biodiversidade julho O Brasil lançou na primeira semana de um de a centro pesquisa dedicado desenvolver Insumos a Farmacêuticos Ativos (lFAs) partir da biodiversidade brasileira, na tentativa de reduzir, no longo prazo, a dependência do país de matérias-primas impoftadas para fabricar medicamentos. Apesar do anúncio, ainda não há de previsão quando as pesquisas poderão resultar em novos medicamentos ou qual será o impacto concreto na redução da dependência brasileira de IFAs importados. Segundo os responsáveis pela iniciativa, os quatro primeiros anos serão dedicadôs às etapas iniciais de desenvoivimento das moleculas, antes dos testes em seres humanos e da fase de produção industrial, que dependerá de parcerias com empresas. O Centro de Competência em IFA a partir da Biodiversidade Brasileira (CC-IFABR) será instalado no Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), em Campinas (SP), com R$ 60 milhões da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e do Ministério da Saúde. A proposta é em plantas, animais e identificar, microrganismos brasileiros, moléculas com potencial para virar medicamento. O o problema que centro tenta resolver é conhecido do setor: hoje, mais de 90% dos IFAs usados pela indústria farmacêutica brasileira são importados e, em - alguns segmentos, essa dependência chega a 95%o, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi). Embora grande parte dos remédios vendidos no país seja fabricada aqui, é o IFA a - substância responsável pelo efeito terapêutico que - costuma vir de fora. Nos próximos quatro anos, o CC-IFABR não vai desenvolver medicamentos completos nem produzir remédios para o Sistema Unico de Saúde (SUS). O trabalho ficará concentrado nas etapas iniciais da pesquisa: identificar moléculas da biodiversidade brasileira com potencial terapêutico, aperfeiçoá-las e realizar os estudos pré-clínicos necessários para comprovar seguranÇa e eficácia a fase que antecede os testes em seres humanos. - As duas primeiras áreas de pesquisa serão tratamentos contra o câncer, com foco em imunoterapia, e terapias para infecções emergentes. Segundo Daniela Trivella, coordenadora do CC- IFABR no CNPEM, dois projetos já estão em andamento: um investiga uma molecula obtida de uma planta da Caatinga com potencial para estimular o sistema imunológico contra tumores; o outro busca desenvolver, a partir de um microrganismo, uma molécula para o tratamento da sepse infecção generalizada que pode levar à falência de - órgãos. Depois dessa fase, ainda será preciso realizar testes em seres humanos, obter aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e desenvolver processos capazes de fabricar esses medicamentos em escala industrial. Segundo Alvaro Prata, presidente da Embrapii, o objetivo do centro e atuar nas etapas anteriores ao desenvolvimento industrial, preparando moléculas e processos até um estágio em que possam ser assumidos pela indústria farmacêutica. Por isso, ainda não há estimativa de quando as pesquisas poderão resultar em produtos disponÍveis no mercado nem qual será o impacto concreto na redução da dependência brasileira de IFAs importados. Fonte: https.//g 1.9 lobo.com/saude/ noticia/2026/07 /03/brasil - cria - centro - pa ra - prod uzi r- nsu mos-farmaceuticos-e- red r-dependencia - i uzi do -exterior- projetô-nao-tem - prazo - nem - meta -d efin id os.g html (adaptado)

No período do terceiro parágraÍo, A é em proposta identificar, plantas, animais e microrganismos brasileiros,,moléculas com,potencial para virar medicamento, o verbo sublinhado desempenha o papel de:

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