Língua PortuguesaOutros temasFCC 2016
TRT - ª REGIÃO (MT)
Questão de Língua Portuguesa
Colégio Sala Ordem 00001 0001 0001 Fevereiro/2016 a TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 23 REGIÃO Concurso Público para provimento de cargos de Nome do Candidato No do Documento 0000000000000000 Analista Judiciário Área Administrativa No de Inscrição No do Caderno MODELO TIPO−001 Discursiva-Redação Quando autorizado pelo fiscal de sala, transcreva a frase ao lado, com sua caligrafia De nada serve à humanidade conquistar a Lua se perde a Terra. - Verifique se este caderno: - corresponde a sua opção de cargo. - contém 60 questões, numeradas de 1 a 60. - contém a proposta e o espaço para o rascunho da Prova Discursiva-Redação. Caso contrário, reclame ao fiscal da sala um outro caderno. Não serão aceitas reclamações posteriores. - Para cada questão existe apenas UMA resposta certa. ATENÇÃO - Marque as respostas com caneta esferográfica de material transparente de tinta preta ou azul. Não será permitido o uso de lápis, lapiseira, marca-texto, borracha ou líquido corretor de texto durante a realização da prova. - Marque apenas uma letra para cada questão, mais de uma letra assinalada implicará anulação dessa questão. - Responda a todas as questões. - Não será permitida qualquer espécie de consulta ou comunicação entre os candidatos, nem a utilização de livros, códigos, manuais, impressos ou quaisquer anotações. - Em hipótese alguma o rascunho da Prova Discursiva-Redação será corrigido. - Você deverá transcrever sua Prova Discursiva-Redação, a tinta, na folha apropriada. - A duração da prova é de 4 horas e 30 minutos para responder a todas as questões objetivas, preencher a Folha de Respostas e fazer a Prova Discursiva-Redação (rascunho e transcrição). - Ao término da prova, chame o fiscal da sala e devolva todo o material recebido. - Proibida a divulgação ou impressão parcial ou total da presente prova. Direitos Reservados. Gabarito preliminar divulgado em 23/02/2016. Atenção: Para responder às questões de números 1 a 6, considere o texto abaixo. O processo impregnado de complexidade, ao qual se sobrepõem ideias de avanço ou expansão intensamente ideologizadas, e que convencionamos chamar pelo nome de progresso, tem, dentre outros, um atributo característico: tornar a organização da vida cada vez mais tortuosa, ao invés de simplificá-la. Progredir é, em certos casos, sinônimo de complicar. Os aparelhos, os sinais, as linguagens e os sons gradativamente incorporados à vida consomem a atenção, os gestos, a capacidade de entender. Além disso, do manual de instruções de um aparelho eletrônico à numeração das linhas de ônibus, passando pelo desenho das vias urbanas, pelos impostos escorchantes e pelas regras que somos obrigados a obedecer – inclusive nos atos mais simples, como o de andar a pé −, há uma evidente arbitrariedade, às vezes melíflua, às vezes violenta, que se insinua no cotidiano. Não há espaço melhor para averiguarmos as informações acima do que os principais centros urbanos. Na opinião do geógrafo Milton Santos, um marxista romântico, “a cidade é o lugar em que o mundo se move mais; e os homens também. A co-presença ensina aos homens a diferença. Por isso, a cidade é o lugar da educação e da reeducação. Quanto maior a cidade, mais numeroso e significativo o movimento, mais vasta e densa a co-presença e também maiores as lições de aprendizado”. Essa linha de pensamento, contudo, não é seguida por nós, os realistas, entre os quais se inclui o narrador de O silenceiro, escrito pelo argentino Antonio di Benedetto. Para nós, o progresso transformou as cidades em confusas aglomerações, nas quais a opressão viceja. O narrador-personagem do romance de Di Benedetto anseia desesperadamente pelo silêncio. Os barulhos, elementos inextricáveis da cidade, intrometem-se no cotidiano desse homem, ganhando existência própria. E a própria espera do barulho, sua antevisão, a certeza de que ele se repetirá, despedaça o narrador. À medida que o barulho deixa de ser exceção para se tornar a norma irrevogável, fracassam todas as soluções possíveis. A cidade conspira contra o homem. As derivações da tecnologia fugiram, há muito, do nosso controle. (Adaptado de: GURGEL, Rodrigo. Crítica, literatura e narratofobia. Campinas, Vide Editorial, 2015, p. 121-125) 2
Depreende-se do texto que
Mais questões de Outros temas
- FGVUma frase interrogativa é a que formula uma pergunta. Quando a resposta pode ser sim/não, dizemos que a interrogação é total, e parcial em caso contrário. Assinale a frase que se…
- FGVCerto deputado fez a seguinte afirmação sobre os trabalhos da semana: “Todos os itens da pauta serão votados”. Na semana seguinte, verificou‐se que essa afirmação foi falsa. É cor…
- FGVO título dado ao texto – fora de foco – refere‐se
- FundatecAssinale a alternativa em que a palavra retirada do texto possui o menor número de dígrafos.
- FundatecDe acordo com o art. 2º do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, considera-se rede social a aplicação de internet que:
Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.
