Questões de Língua Portuguesa · FEPESE

Língua PortuguesaInterpretação de textosFEPESE 2025

– Prefeitura Municipal de São José

Questão de Língua Portuguesa

Município de São José Concurso Público • Edital 001/2025 https://2025cpsaudesj.fepese.org.br S38 Psicólogo Instruções Confira o número que você obteve no ato da inscrição com o que está indicado no cartãoresposta. * A duração da prova inclui o tempo para o preenchimento do cartão-resposta. Para fazer a prova você usará: „ este caderno de prova. „ um cartão-resposta que contém o seu nome, número de inscrição e espaço para assinatura. Verifique, no caderno de prova, se: „ faltam folhas e a sequência de questões está correta. „ há imperfeições gráficas que possam causar dúvidas. Comunique imediatamente ao fiscal qualquer irregularidade! Atenção! „ Não é permitido qualquer tipo de consulta durante a realização da prova. „ Para cada questão são apresentadas 5 alternativas diferentes de respostas (a, b, c, d, e). Apenas uma delas constitui a resposta correta em relação ao enunciado da questão. „ A interpretação das questões é parte integrante da prova, não sendo permitidas perguntas aos fiscais. „ Não destaque folhas da prova. Ao terminar a prova, entregue ao fiscal o caderno de prova completo e o cartão-resposta devidamente preenchidos e assinados. 23 de novembro 40 questões 15 às 19h 4h de duração* . S38 Psicólogo Língua Portuguesa 10 questões Poema Responda às questões de 1 a 3 de acordo com o poema. Trecho do poema Mocidade e Morte Oh! Eu quero viver, beber perfumes Na flor silvestre, que embalsama os ares; Ver minh’alma adejar pelo infinito, Qual branca vela n’amplidão dos mares. No seio da mulher há tanto aroma… Nos seus beijos de fogo há tanta vida… -Árabe errante, vou dormir à tarde A sombra fresca da palmeira erguida. Mas uma voz responde-me sombria: Terás o sono sob a lájea fria. Morrer…quando este mundo é um paraíso, E a alma um cisne de douradas plumas: Não! O seio da amante é um lago virgem… Quero boiar à tona das espumas. Vem! Formosa mulher – camélia pálida, Que banharam de pranto as alvoradas, Minh’alma é a borboleta, que espaneja O pó das asas lúcidas, douradas… E a mesma voz repete-me terrível, Com gargalhar sarcástico: – impossível! Do poeta Castro Alves.

Nesse trecho do poema, é abordado(a):

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.