Questões de Saúde · IADES

SaúdeOutros temasIADES 2023

FUNDAÇÃO DE ENSINO E PESQUISA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE Processo Seletivo Público

Questão de Saúde

Paciente de 25 anos, masculino, de 1,97m de altura, natural de Belo Horizonte, residente em Vespasiano, sofreu acidente em que colidiu com sua motocicleta contra uma árvore. Chegou ao Hospital com dor em membros e impossibilidade de deambular. Apresentava várias escoriações, deformação anatômica em membros inferiores e ferimento aberto em região lateral da coxa direita. Havia lesão no pé direito, sem alteração da perfusão, e preservação da sensibilidade distal e da amplitude de movimento. O estudo pelo Doppler da artéria tibial posterior e dorsal do pé mostrava bilateralmente fluxo trifásico. O diagnóstico inicial foi de fratura exposta em coxa direita e lesão trocantérica em membro esquerdo. O estudo radiográfico evidenciou fraturas diafisária e epifisária exposta no fêmur direito e fratura trocantérica no esquerdo. A classificação da lesão segundo Gustillo foi de fratura exposta de fêmur distal direito grau IIIA; a classificação da AO – Arbeitsgemeinschaft für Osteosynthesefragen – foi de 32C3 e 33C1 expostas à direita (Figura 1); fratura trocantérica esquerda Tronzo I. Disponível em: <https://rmmg.org/exportar-pdf/1109/v19n4s3a19.pdf>.

A Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia e o Colégio Brasileiro de Radiologia (2011) discorrem que nos casos de fratura trocantérica o recurso da tração cutânea ou esquelética para alívio da dor no período pré-operatório não encontra suporte. De acordo com os autores, é medida eficaz de alívio da dor, nesses casos, comparada ao uso de tração cutânea:

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Questão de prova oficial, com o gabarito definitivo publicado pela banca. Reproduzida para fins de estudo.