Questões de Língua Portuguesa · Cebraspe

Língua PortuguesaInterpretação de textosCebraspe 2008

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Questão de Língua Portuguesa

DELEGADO DE POLÍCIA CIVIL DE 1.ªCLASSE 1Concurs,o Pirblico Nível Supelior Cade:rno ALFA LEJACO 1 Co.nAi,·aatonl ;1ment411 o 11,podostoc.atlc,mo- CademoM.FA- at1ni:iJde.•eom o q,ue e1-ti_rogl1L.-~ufo•n1s,u&toH, td11 ,e111p1Dta, Em aeswlda, W1!Tflfqu-. H ele conltm -cerrrto e, vl111t.e llm1S1 oommpoudentaa b pm't.l'H abJ•tlvu1 conotamcn~ oriCle:na.dosdo "li at 20,S.'OQUJcf.otdafP'OVill dJ1et1,1~• co-mpanha(J."J doinp.1çopara rnset1nho. 2 Q(!$paçoparn rsscunho li deu:Ki(lfX.IOllill não~~. PQfil.m:IQ.paraereJLOds aNitlilçlio 3 Ca&o o m demo BSLeja lmmmple1o ClíJ lenha qual[i~ defelkl, sa4icile a.o fiscal cfe ~ mais 1Prm:imo Que 1mna a& proi.,kl Cllb ~ r,l'lc ~ lapts..li1pl51;11ra [gm1ile}, l)arrar:::hae[DQ) Cl:IISkJUerrnalens [f&iXlfl!iUltaqli.lBnão.se.ta1omeaootpelo CE'SFEIUnB. 5 ssmm111'1iQUB CQfnc11troscálldãdal'os nmn54 a , Siâma.ú~dec:hekidá talll, 6 N'!ioaotãodls.1t1bor~sro1ha:s su~monuaro1paro ro!Xül~ho namo ro l:o)~odatinltlvo. 7 t,lQs ~~ qR pr~ns obJtall!/a~ recomanda-,se não març1u .ao a~ ca~ itf.KIT C\IJA re~ta dlwja do gsfl,Jlrtu, ol'ici.a Gafmi!illO tecGboré.pon1ua~o rmgãlwi1,l);)ftforrnuC.Onfit.l llfflod\tal 1 A.du odaspf'IO'i d qutlf>O t!Ol'IIIJO'trinta m nuto ~ l~lu doo• mgodr:1il"'8dO nlll\f.\lç:IO- 111;1· r no~ r das.prcl!laSI - , ao pcsenctrimsnto d a rolhade resposàas e ê lransençào cfo texto defini!ivoda,provad ismrsJVa DCI rou, ® ,to:,:lo dt, hll~ 9 V'00600\ICT pt)ff'l"ll'll"I~oblSg con mon,et'lffl por.no mtnimo. um.Jhoni pó,o, lc10,a0spr-ov-u, epodem16'-' r~ste r:.aderoo de prQ\l'aS s.omente no decurso do& ul11mos qufflza mt111mos anterlótl!B ao hoe'imd detem llnado prara o hàrmll'M) t (,)1'(1'181 10 AI:>'IEmvnarae.provssi, ~me o lkt.efde 581:amala: pcóJ,:imo. dell'Clllta-1he a iwe foGts tle resrJOSlaa e, 1;1.sua ton,e c!e ieldo Cli'.lfinm'IQ d 0-11,!Cald... p(IQ\I 81, .,.., AdosobDd1ooci qUtílQuc,umadosGet ooo,oorr:atonEeor,opres.ontocadomo ~101ri detM,poams ou1\-3roff cro lexiDde!lnitillUpodera lmpllr:;araEll'IJJl~odas.maspn»@Si. ~l:JCIM.[aLlil r,,.,...._j 1 ?1-•~.. .. ' " 11~:,rill:,a 11 so.,mr.t• ~~ equipamentos mencionados. Inteligência artificial 1 Não foi difícil descobrir o assassino. Afinal, o major Rich tinha um ótimo motivo para matar Arnold Clayton: amava a esposa da vítima e era correspondido. Segundo a 4 polícia, o major usou uma arma para livrar-se de Clayton e escondeu o corpo em um baú. A solução, no entanto, parecia simples demais para 7 o grande detetive Hercule Poirot, do clássico conto policial O Mistério do Baú Espanhol, da escritora britânica Agatha Christie. Persistente, ele sai em busca de pistas, descobre fatos novos, tira conclusões espantosas e, por fim, apresenta 10 ao leitor outro criminoso. Será que um computador também seria capaz de 13 encontrar o verdadeiro assassino? Durante um curso da Universidade de Essen, os alunos testaram diversos programas concebidos em estudos sobre inteligência artificial (IA). Para isso, utilizaram o caso apresentado em 16 O Mistério do Baú Espanhol, servindo-se da IA para desvendar as estratégias intelectuais do detetive Poirot. 19 A grande questão era se a IA era capaz desse exercício intelectual ou se apenas fazia uma boa imitação da inteligência humana. Interessava saber se apresentaria 22 características que poderiam ser associadas a um comportamento inteligente. O objetivo era verificar se o software conseguiria descobrir o assassino tão rapidamente 25 quanto Poirot. Mas será que esses programas-detetive se tornarão, em algum momento, tão inteligentes quanto seus modelos 28 humanos? Se pensarmos apenas na capacidade de processar o maior número possível de fatos no menor tempo, então os programas de IA são realmente eficazes. E com uma 31 vantagem: são dotados, como qualquer software, da capacidade de lidar com quantidades muito maiores de dados do que as pessoas. 34 No entanto, os cérebros artificiais são inferiores aos humanos por pelo menos dois motivos. Por um lado, precisam de todas as informações para chegar à conclusão 37 correta. Por outro lado, a lógica dos programas de IA imita a racionalidade humana, afinal, não conhecemos nenhuma outra. Na verdade, os programas de IA trabalham como 40 analistas de dados. Em princípio, não são muito diferentes do nosso cérebro. Portanto, ainda não podemos esperar que superpoirots eletrônicos acabem com o mundo do crime. Mente&Cérebro, fev./2007 (com adaptações). UnB/CESPE – SECAD/TO

Com base no texto Inteligência artificial, julgue os itens a seguir. Na linha 4, haveria prejuízo para a coesão e a coerência textual se a expressão “de Clayton” fosse substituída por do marido.

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