Sua resposta A Em 1972, o Mosaico Fluido Modelo da estrutura da membrana foi proposto com base em princípios termodinâmicos de organização dos lipídeos e proteínas e evidências disponíveis de assimetria e mobilidade lateral na membrana matriz [S. J. Singer e G. L. Nicolson, Science 175 (1972) 720-731]. Depois de mais de 40 anos, esse modelo permanece relevante para a descrição das nanoestruturas base de uma variedade de membranas celulares e intracelulares de células vegetais e animais, bem como de formas de organismos inferiores. Nos anos seguintes, no entanto, novas informações documentaram a importância e os papéis de domínios de membrana especializadas, tais como domínios lipídicos (“lipid rafts”) e complexos de proteínas/glicoproteínas, ao descrever a macroestrutura, a dinâmica e as funções das membranas celulares. As cercas de membrana associadas ao citoesqueleto (“cytoskeletal fences”) e as estruturas de membrana ligadas à matriz extracelular têm papel essencial. Essas limitam a difusão lateral e a amplitude de movimento de componentes de membrana. Esses dados mais recentes, juntos com o modelo original, adicionam nova complexidade e hierarquia, mas os conceitos descritos no modelo original ainda são aplicáveis. Em modelos atualizados, mais ênfase têm sido dada ao mosaico. Muitos componentes de proteína e lipídios tem limitações de rotação e difusão lateral na membrana plana. As interações lipídeo-lipídeo, proteína-proteína e lipídeo-proteína, bem como células-matriz, célula-célula e de proteínas do citoesqueleto e associadas a membranas intracelulares, são significativas em restringir a mobilidade lateral e a amplitude de movimento de componentes de membrana. 13 B Em 1972, o Mosaico Fluido Modelo da estrutura da membrana foi proposto com base em princípios de meta-estabilidade (não termodinâmicos) de organização dos lipídeos e proteínas e evidências disponíveis de assimetria e mobilidade lateral na membrana matriz [S. J. Singer e G. L. Nicolson, Science 175 (1972) 720-731]. Depois de mais de 40 anos, esse modelo permanece relevante para a descrição das nanoestruturas base de uma variedade de membranas celulares e intracelulares de células vegetais e animais, bem como de formas de organismos inferiores. Nos anos seguintes, no entanto, novas informações documentaram a importância e os papéis de domínios de membranas especializadas, tais como domínios lipídicos (“lipid rafts”) e complexos de proteínas/glicoproteínas, ao descrever a macroestrutura, a dinâmica e as funções das membranas celulares. As cercas de membrana associadas ao citoesqueleto (“cytoskeletal fences”) e as estruturas de membrana ligadas à matriz extracelular tem papel essencial. Essas limitam a difusão lateral e a amplitude de movimento de componentes de membrana. Esses dados mais recentes, juntos com o modelo original, adicionam nova complexidade e hierarquia, mas os conceitos descritos no modelo original ainda são aplicáveis. Em modelos atualizados, mais ênfase tem sido dada ao mosaico. Muitos componentes de proteína e lipídios têm limitações de rotação e difusão lateral na membrana plana. As interações lipídeo-lipídeo, proteína-proteína e lipídeo-proteína, bem como células-matriz, célula-célula e de proteínas do citoesqueleto e associadas a membranas intracelulares, são significativas em restringir a mobilidade lateral e a amplitude de movimento de componentes de membrana. C Em 1972, o Mosaico Fluido Modelo da estrutura da membrana foi proposto com base em princípios termodinâmicos de organização dos lipídeos e proteínas e evidências disponíveis de assimetria e mobilidade lateral na membrana matriz [S. J. Singer e G. L. Nicolson, Science 175 (1972) 720-731]. Depois de mais de 40 anos, esse modelo não é mais relevante para a descrição das nanoestruturas base de uma variedade de membranas celulares e intracelulares de células vegetais e animais, bem como de formas de organismos inferiores. Nos anos seguintes, novas informações documentaram a importância e os papéis de domínios de membranas especializadas, tais como domínios lipídicos (“lipid rafts”) e complexos de proteínas/glicoproteínas, ao descrever a macroestrutura, dinâmica e funções das membranas celulares. As cercas de membrana associadas ao citoesqueleto (“cytoskeletal fences”) e estruturas de membrana ligadas à matriz extracelular tem papel essencial. Essas limitam a difusão lateral e a amplitude de movimento de componentes de membrana. Com estes dados mais recentes, superou-se o modelo original e adicionou-se nova complexidade e hierarquia. Os conceitos descritos no modelo original não são mais aplicáveis. Em modelos atualizados, o mosaico é metaestável. Muitos componentes de proteína e de lipídios têm limitações de rotação e difusão lateral na membrana plana. As interações lipídeo- -lipídeo, proteína-proteína e lipídeo-proteína, bem como células-matriz, célula-célula e de proteínas do citoesqueleto e associadas a membranas intracelulares, não são suficientes para explicar as propriedades de restrição à mobilidade lateral e à amplitude de movimento de componentes de membrana. D Em 1972, o Mosaico Fluido Modelo da estrutura da membrana foi proposto com base em princípios termodinâmicos de organização dos lipídeos e proteínas e evidências disponíveis de assimetria e mobilidade lateral na membrana matriz [S. J. Singer e G. L. Nicolson, Science 175 (1972) 720-731]. Depois de mais de 40 anos, esse modelo permanece relevante para a descrição das nanoestruturas base de uma variedade de membranas celulares e intracelulares de células vegetais e animais, bem como formas de organismos inferiores. Nos anos seguintes, no entanto, novas informações documentaram a importância e os papéis de domínios de membranas especializadas, tais como domínios lipídicos (“lipid rafts”) e complexos de proteínas/glicoproteínas, ao descrever a macroestrutura, dinâmica e funções das membranas celulares. No entanto, as cercas de membrana associadas ao citoesqueleto (“cytoskeletal fences”) e estruturas de membrana ligadas à matriz extracelular têm papel essencial e não são explicadas pelo modelo. Hoje existem dois modelos concorrentes. E Em 1972, o Mosaico Fluido Modelo da estrutura da membrana foi proposto com base em princípios termodinâmicos de organização dos lipídeos e proteínas e evidências disponíveis de assimetria e mobilidade lateral na membrana matriz [S. J. Singer e G. L. Nicolson, Science 175 (1972) 720-731]. Depois de mais de 40 anos, esse modelo permanece relevante para a descrição das nanoestruturas base de uma variedade de membranas celulares e intracelulares de células vegetais e animais, bem como de formas de organismos inferiores. Nos anos seguintes, no entanto, novas informações documentaram a importância e os papéis de domínios de membranas especializadas, tais como domínios lipídicos (“lipid rafts”) e complexos de proteínas/glicoproteínas, ao descrever a macroestrutura, dinâmica e funções das membranas celulares. As cercas de membrana associadas ao citoesqueleto (“cytoskeletal fences”) e estruturas de membrana ligadas à matriz extracelular têm papel essencial. Essas limitam a difusão lateral e a amplitude de movimento de componentes de membrana. Esses dados mais recentes contrastam com o modelo original e adicionam nova complexidade e hierarquia, mas os conceitos descritos no modelo original ainda são aplicáveis. O contraste ainda não pode ser explicado por um modelo termodinâmico e novas informações têm que ser adquiridas.