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Prova Cebraspe

TELEBRAS 2026

Especialista em Gestão de Telecomunicações - Engenheiro de Redes

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  1. 51Engenharia e ArquiteturaA camada de enlace é a mais baixa do modelo OSI e funciona como uma interface entre os hosts e os meios de transmissão, como linhas seriais e Ethernet, cujos principais protocolos são SMTP e DNS.
  2. 52Engenharia e ArquiteturaO modelo TCP/IP não separa de forma clara os conceitos de serviço, interface e protocolo, o que contraria princípios fundamentais da engenharia de software, que preceituam a distinção entre especific…
  3. 53Engenharia e ArquiteturaO modelo OSI visa promover a padronização internacional dos protocolos de rede e baseia-se na interconexão de sistemas abertos, isto é, sistemas capazes de se comunicar com outros.
  4. 54Engenharia e ArquiteturaA camada de aplicação reúne todos os protocolos de alto nível, e, diferentemente do modelo OSI, o TCP/IP não possui camadas específicas de sessão e apresentação, pois suas funções são incorporadas di…
  5. 55Engenharia e ArquiteturaO modelo OSI é estruturado em sete camadas, cada uma com função bem definida e escolhida de modo a facilitar a criação de protocolos padronizados internacionalmente.
  6. 56Engenharia e ArquiteturaNa camada internet, que é responsável por integrar todas as redes, atuam dois protocolos principais: o TCP e o UDP.
  7. 57Engenharia e ArquiteturaO IPv4, principal protocolo da camada de aplicação da Internet, utiliza datagrama composto pelo tamanho do cabeçalho, que varia entre 5 bytes até 40 bytes.
  8. 58Engenharia e ArquiteturaO BGP é um protocolo flexível, e sua complexidade não está no protocolo em si, mas nas políticas de roteamento, que não são padronizadas.
  9. 59Engenharia e ArquiteturaNa configuração de redes internas para endereços de classe A, são utilizados endereços de rede 172.16.0.0 e máscara de sub-rede de 255.255.0.0.
  10. 60Engenharia e ArquiteturaAntes de 1993, o endereçamento IP utilizava um modelo chamado endereçamento em classes, no qual a classe A era reservada para multicast, o que permitia o envio de datagramas para múltiplos hosts.
  11. 61InformáticaO protocolo FTP, usado para a transferência de arquivos e programas em redes TCP/IP, utiliza o protocolo TCP na camada de transporte e opera por meio das portas 20, destinada à transferência de dados…
  12. 62Engenharia e ArquiteturaO modo túnel do IPsec, além de apenas proteger parte dos dados, exige que todos os dispositivos da rede conheçam e configurem o IPsec individualmente, por isso não é utilizado em VPN.
  13. 63Engenharia e ArquiteturaA NAT permite que os endereços IP privados possam circular livremente pela Internet pública, utilizada principalmente por servidores globais, cujas três principais faixas privadas são 10.0.0.0/16, 17…
  14. 64Engenharia e ArquiteturaO MPLS, que surgiu para aumentar a velocidade do encaminhamento, reduzindo o processamento necessário nos roteadores, expandiu-se para a flexibilidade de roteamento e o suporte à qualidade de serviço.
  15. 65InformáticaO serviço de DNS é um sistema hierárquico de nomes combinado com um banco de dados distribuído, e sua função principal é mapear nomes de hosts para endereços IP.
  16. 66Engenharia e ArquiteturaLDAP é um protocolo de aplicação usado para o acesso e manutenção de serviços de diretório distribuídos, sendo utilizado em dados transacionais com Schema rígido.
  17. 67Biologia e CiênciasA comutação por pacotes não requer mecanismos de controle de congestionamento.
  18. 68Biologia e CiênciasNo ATM (asynchronous transfer mode), a comutação por células utiliza unidades de dados de tamanho fixo (53 bytes).
  19. 69Engenharia e ArquiteturaProtocolos southbound em SDN definem APIs padronizadas para a comunicação entre o plano de controle e o plano de dados.
  20. 70Engenharia e ArquiteturaEm uma arquitetura SDN, o plano de controle pode ser logicamente centralizado, mantendo uma visão unificada da rede, entretanto pode ser fisicamente distribuído na rede, considerando aspectos de esca…
  21. 71Engenharia e ArquiteturaO CSMA/CA não elimina a ocorrência de colisões ao empregar mecanismos de escuta do meio e quadros de controle como RTS/CTS.
  22. 72Engenharia e ArquiteturaO mecanismo de detecção de colisões do CSMA/CD requer que o tempo de transmissão de um quadro de tamanho mínimo seja oito vezes o tempo de propagação do meio.
  23. 73Engenharia e ArquiteturaPara auxiliar a detecção de colisão em meio compartilhado, o padrão Gigabit Ethernet introduz o carrier extension, que estende a duração da transmissão até um tamanho lógico mínimo de 512 bytes, sem…
  24. 74Engenharia e ArquiteturaO padrão Fast Ethernet (100 Mb/s) altera o formato do quadro Ethernet, incluindo o tamanho mínimo de 62 bytes e o máximo de 2.500 bytes.
  25. 75Engenharia e ArquiteturaEm um processo de comutação em switches, o método store-and-forward faz o switch iniciar o envio do quadro antes de recebê-lo totalmente.
  26. 76Engenharia e ArquiteturaUm switch que utiliza o protocolo STP pode eliminar loops na camada 3.
  27. 77Engenharia e ArquiteturaSD-WAN impede a criação de túneis dinâmicos (overlays), de maneira a garantir a qualidade de serviço.
  28. 78Engenharia e ArquiteturaEm uma rede SD-WAN, as decisões de encaminhamento de pacotes são baseadas em uma variedade de critérios definidos por políticas, os quais podem incluir endereços IP de destino, mas não se limitam a e…
  29. 79Engenharia e ArquiteturaARP é suscetível a ataques de envenenamento de cache, nos quais um atacante pode inserir um endereço MAC falso associado a um endereço IP legítimo na tabela ARP de um host.
  30. 80Tecnologia da InformaçãoARP é um protocolo de camada de rede que permite a um host descobrir o endereço IP de um host de destino com base apenas no endereço MAC do destino dado.
  31. 81Engenharia e ArquiteturaO campo FCS (frame check sequence) original é alterado ao se inserir o tag VLAN de 4 bytes em um Frame Ethernet conforme 802.1q.
  32. 82Engenharia e ArquiteturaO VID (VLAN identifier), no protocolo 802.1q, pode assumir valores de 0 a 4095, sendo o VID 4095, em particular, reservado pelo padrão em si.
  33. 83Engenharia e ArquiteturaEm um datacenter corporativo, o controle biométrico com registro de eventos cumpre, suficientemente, o requisito de não repúdio de acesso físico, quando considerado no domínio da segurança física.
  34. 84Engenharia e ArquiteturaEm um ambiente corporativo, a utilização de criptografia simétrica em modos de operação com autenticação associada confere confidencialidade e integridade aos dados protegidos.
  35. 85Engenharia e ArquiteturaEm um ambiente computacional, a utilização de algoritmos criptográficos robustos para proteção de dados em repouso garante a confidencialidade lógica das informações, por permitir o controle das auto…
  36. 86InformáticaEm um datacenter, a adoção de criptografia assimétrica para cifrar diretamente arquivos de backup armazenados em disco atende simultaneamente aos requisitos de confidencialidade e de eficiência opera…
  37. 87InformáticaEm uma estação de trabalho corporativa, um sistema antivírus que realiza inspeção em tempo real do comportamento de processos é capaz de identificar a execução de código malicioso previamente desconh…
  38. 88Engenharia e ArquiteturaEm um contexto organizacional, a definição formal de uma política de controle de acesso alinhada a normas internacionais reconhecidas é suficiente para que os sistemas implementem corretamente a segr…
  39. 89Engenharia e ArquiteturaA verificação de uma assinatura digital baseada em certificado X.509 permite comprovar a integridade do conteúdo assinado e a vinculação da chave pública ao titular do certificado, desde que a cadeia…
  40. 90Engenharia e ArquiteturaEm servidores corporativos, a aplicação regular de atualizações de segurança do sistema operacional elimina a necessidade de medidas adicionais de endurecimento (hardening) e de ajustes de configuraç…
  41. 91Engenharia e ArquiteturaEm uma rede corporativa segmentada, um sistema de detecção de intrusão baseado em rede, quando implementado e posicionado no perímetro, é eficaz para identificar tentativas de intrusão realizadas por…
  42. 92InformáticaConforme a norma ISO 27001, no tratamento de riscos, a seleção e a implementação de controles de segurança da informação são formalmente justificadas por meio da declaração de aplicabilidade, que reg…
  43. 93InformáticaNos documentos que formalizam os procedimentos de segurança, as políticas de segurança são traduzidas em instruções operacionais verificáveis, o que viabiliza a execução consistente dos controles téc…
  44. 94InformáticaDe acordo com a Instrução Normativa n.º 4/2020 do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), no processo de autorização de operação de um sistema de informação em órgão da administração pública feder…
  45. 95InformáticaNo âmbito da gestão da segurança da informação, a priorização de controles com base em riscos prescinde da definição prévia de objetivos estratégicos de segurança, uma vez que a análise de riscos ori…
  46. 96ContabilidadeNa elaboração de um plano de continuidade de serviços de tecnologia da informação, o inventário de ativos tecnológicos é a principal base para a definição das estratégias de continuidade.
  47. 97Tecnologia da InformaçãoNo modelo ITIL 4, a gestão de segurança da informação compõe o sistema de valor de serviço e é aplicada de forma integrada às práticas e à cadeia de valor, com foco na proteção da confidencialidade,…
  48. 98ContabilidadeEm uma auditoria de segurança da informação, a verificação da conformidade de um controle de gestão de acessos ocorre por meio do cotejo entre evidências objetivas de sua execução operacional (por ex…
  49. 99ContabilidadeConsoante a ISO 27005, o gerenciamento de riscos de segurança da informação fundamenta-se em critérios de risco definidos e na avaliação sistemática de ameaças, vulnerabilidades e impactos, orientand…
  50. 100InformáticaEm firewalls e proxies, listas de controle de acesso são avaliadas de forma ordenada, de modo que a primeira regra compatível com os atributos do tráfego determina a ação aplicada.
  51. 101Engenharia e ArquiteturaO modelo de segurança baseado em usuários introduzido na versão 3 do protocolo SNMP provê confidencialidade e integridade às mensagens de gerenciamento, coexistindo, de forma automática e transparent…
  52. 102Tecnologia da InformaçãoO protocolo RTP garante entrega confiável e retransmissão de pacotes perdidos em chamadas VoIP.
  53. 103Engenharia e ArquiteturaO codec G.711 é amplamente utilizado em VoIP por aplicar compressão de dados, oferecendo maior qualidade de áudio e menor consumo de banda.
  54. 104Engenharia e ArquiteturaProjetos de telefonia IP devem considerar parâmetros de qualidade como latência, jitter, perda de pacotes e largura de banda.
  55. 105Engenharia e ArquiteturaA convergência de rede permite transportar voz, vídeo e dados sobre a mesma infraestrutura TCP/IP, mantendo diferenciação lógica dos serviços.
  56. 106Engenharia e ArquiteturaO H.323 é um protocolo responsável por sinalização, controle e transporte de mídia em videoconferência.
  57. 107Engenharia e ArquiteturaO protocolo SIP é utilizado para sinalização de sessões multimídia, não realizando transporte de mídia.
  58. 108Engenharia e ArquiteturaO uso de multicast associado ao IGMP reduz o tráfego de rede ao evitar múltiplas transmissões unicast para os mesmos receptores.
  59. 109Engenharia e ArquiteturaO PMBOK v7 organiza o gerenciamento de projetos em três grupos de processos.
  60. 110Engenharia e ArquiteturaO PMBOK v7 estabelece doze áreas de conhecimento para o gerenciamento de projetos.
  61. 111Engenharia e ArquiteturaAtaques do tipo APT têm como principal objetivo a extorsão financeira por meio da criptografia de dados. Ataques de amplificação exploram serviços como DNS e
  62. 112Engenharia e ArquiteturaNTP para gerar respostas maiores que as requisições originais.
  63. 113Engenharia e ArquiteturaO IP spoofing consiste na alteração do endereço IP de origem para mascarar a identidade do atacante.
  64. 114Engenharia e ArquiteturaAtaques DDoS caracterizam-se pelo uso de múltiplas origens para sobrecarregar recursos de um sistema alvo.
  65. 115Tecnologia da InformaçãoA adoção de políticas de backup elimina a necessidade de soluções de alta disponibilidade.
  66. 116InformáticaO backup full (completo) armazena todos os dados modificados desde o último backup incremental realizado.
  67. 117Engenharia e ArquiteturaNo modelo IaaS, o provedor é responsável pela gestão do sistema operacional das máquinas virtuais do cliente.
  68. 118Engenharia e ArquiteturaNo modelo SaaS, o cliente faz uso das aplicações sem necessidade de administrar servidores ou sistemas operacionais.
  69. 119Engenharia e ArquiteturaO modelo PaaS fornece um ambiente gerenciado para desenvolvimento e implantação de aplicações.
  70. 120Engenharia e ArquiteturaO sistema CONFEA-CREA é responsável pela fiscalização e regulamentação do exercício profissional da engenharia no Brasil.